China ressalta ‘desejo’ de trabalhar com novo secretário de Estado americano

China ressalta ‘desejo’ de trabalhar com novo secretário de Estado americano

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês destacou a importância de ‘promover o progresso das relações bilaterais desde um novo ponto de partida’

Redação Internacional

13 Dezembro 2016 | 10h27

PEQUIM – O governo chinês ressaltou nesta terça-feira, 13, seu “desejo” de trabalhar com o novo secretário de Estado dos EUA, cargo que ficará nas mãos do principal executivo da companhia petrolífera Exxonmobil, Rex Tillerson, conforme anunciado pelo presidente eleito Donald Trump.

“Seja quem for o secretário de Estado dos EUA, a China deseja trabalhar com ele para promover o progresso das relações bilaterais desde um novo ponto de partida”, ressaltou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, em entrevista coletiva em Pequim.

Porta-voz chinês fez um apelo por colaboração bilateral depois que pediu na segunda-feira à nova gestão americana que retificasse seus comentários sobre China e Taiwan após Trump questionar a política de

Porta-voz chinês fez um apelo por colaboração bilateral depois que pediu na segunda-feira à nova gestão americana que retificasse seus comentários sobre China e Taiwan após Trump questionar a política de “uma só China” (Foto: AP Photo/Ng Han Guan)

“Esperamos que os máximos responsáveis das Relações Exteriores de ambos os países possam aumentar a comunicação, aprofundar a cooperação e ter um papel construtivo para promover uma relação bilateral estável e equilibrada”, enfatizou.

Geng não quis comentar, após ser questionado, se as aparentes poucas conexões do novo secretário de Estado americano com a China “inquietam” Pequim. “Como disse, não importa quem for o secretário de Estado. Desejamos trabalhar juntos para impulsionar um novo progresso nas relações bilaterais”, reiterou o porta-voz chinês.

O porta-voz fez um apelo por colaboração bilateral depois que pediu na segunda-feira à nova gestão americana que retificasse seus comentários sobre China e Taiwan, após Trump questionar a política de “uma só China”. / EFE