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Maioria dos americanos quer que Trump encerre sua conta no Twitter

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Maioria dos americanos quer que Trump encerre sua conta no Twitter

Pesquisa da Universidade de Quinnipiac mostra que 64% dos eleitores dos EUA preferem que o presidente eleito pare de usa a rede social; além disso, 51% desaprovam as atitudes do republicano no microblog

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Redação Internacional

11 Janeiro 2017 | 08h38

WASHINGTON – Um pesquisa de opinião divulgada na noite de terça-feira, 10, revela que 64% dos eleitores dos Estados Unidos querem que seu presidente eleito, Donald Trump, encerre sua polêmica conta no Twitter, enquanto 51% desaprovam suas atitudes desde que ganhou as eleições, em novembro.

O porcentual de americanos que deseja que Trump feche sua conta no Twitter sobe até 71% quando os indagados têm entre 18 e 34 anos, de acordo com o estudo realizado pela Universidade de Quinnipiac, em Connecticut. Apenas 32% dos entrevistados – 26% entre os mais jovens – têm uma imagem positiva dos seguidores de seu presidente eleito nessa rede social.

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é assíduo usuário do Twitter, onde já publicou mais de 34 mil mensagens (Reprodução/Twitter)

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é assíduo usuário do Twitter, onde já publicou mais de 34 mil mensagens (Reprodução/Twitter)

Os tuítes de Trump influenciaram, possivelmente, no fato de 51% dos entrevistados terem desaprovado sua gestão como presidente eleito, enquanto a aprovação é de apenas 37%. Estes números contrastam com os do ainda presidente do país, Barack Obama, que deixará o Salão Oval no próximo dia 20 com uma aprovação de 55% e uma imagem negativa de 39%, seus melhores dados desde 2009, o primeiro ano de seus dois governos.

O estudo também revela que 45% dos americanos acreditam que Trump será pior presidente que Obama, enquanto 34% preveem que será melhor e 15% opinaram que não será nem melhor nem pior. No entanto, 52% se mostraram otimistas sobre o futuro da economia do país e 47% consideram que Trump ajudará a fomentar seu crescimento, enquanto apenas 31% acreditam que a gestão do magnata os prejudicará.

A pesquisa foi realizada entre 2 e 5 de janeiro com 899 eleitores registrados de todo o país e tem margem de erro de 3,3%. / EFE

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