Democracia madura

Lourival Sant’Anna

19 Novembro 2017 | 15h05

No Brasil, na Argentina e na França, reformas são identificadas com “a direita” ou “o centro”. Entretanto, o Chile está no que se chama aqui de “segunda geração de reformas”. Esquerda e direita têm se revezado no poder aqui. Mas o país já chegou a alguns consensos mínimos, que o permitem andar para a frente, errar, acertar, corrigir o rumo. É o que se pode esperar de uma democracia madura.

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