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Breitbart vai à guerra

Redação Internacional

18 Agosto 2017 | 17h17

A demissão de Steve Bannon do cargo de estrategista-chefe do governo Trump detonou uma série de reações furiosas entre alguns dos setores conservadores dos EUA. Considerado o “mago” que virou a eleição do avesso e conduziu o magnata republicano à vitória, Bannon foi defendido por uma fatia da base do presidente e sua saída, tratada até como “o início do fim” do governo.

As declarações mais inflamadas partiram do site conservador Breitbart – Bannon é um dos fundadores da publicação. Um dos editores, Joel Pollack, reagiu no Twitter com apenas uma palavra: “GUERRA”. Pouco depois, Pollack publicou um texto no Breitbart afirmando que a demissão de Bannon pode transformar Trump em um “Arnold Schwarzenegger 2.0”, fazendo referência ao enfraquecimento do ex-ator como governador da Califórnia após abandonar a agenda conservadora no cargo e perder apoio da sua base.

“A decisão de romper com Steve Bannon pode ser entendida como um esforço para salvar sua presidência depois de Charlottesville. Mas pode acabar se tornando o começo do fim do governo Trump”, afirmou Pollack.


Em outro texto publicado pelo Breitbart, Adam Shaw alerta que, com a demissão, o ex-assessor deve ser tornar uma ameaça constante à Casa Branca – especialmente aos grupos comandados por H.R McMaster, James Mattis e Jared Kushner. A frase “preparem-se para Bannon, o Bárbaro” teria sido dita por uma fonte próxima do estrategista.

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