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Cinco premiações controversas do Nobel da Paz

Saiba mais sobre algumas premiações questionadas

Redação Internacional

09 Outubro 2015 | 05h00

Barack Obama:
Venceu em 2009 por seus esforços extraordinários em fortalecer a diplomacia internacional e cooperação entre pessoas. Sua nomeação ocorreu apenas 12 dias depois de ele tomar posse no 1.º mandato como presidente americano. Muitos disseram que o comitê do Nobel havia tomado uma decisão política

Mohamed El Baradei:
Venceu em 2005 por seus esforços na tentativa de evitar que a energia nuclear fosse usada para fins militares, mas ignorou a ampliação do programa nuclear iraniano por quase 10 anos como diretor da AIEA.

Wangari Maathai:
Recebeu o Nobel da Paz em 2004 por sua contribuição em questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável, democracia e paz. A premiação foi ofuscada após uma declaração de Maathai a um jornal queniano. Na ocasião, ela afirmou que a Aids foi desenvolvida por cientistas ocidentais para despovoar a África.

Rigoberta Menchútum:
Venceu em 1992 por seu trabalho por justiça social e pela conciliação étnico-cultural, calcada no respeito aos direitos dos povos indígenas. Ela escreveu um livro mostrando atrocidades cometidas contra os maias, mas após a premiação se levantou a questão de ela ter aumentado as histórias para tornar o livro mais emocionante.

Henry Kissinger:
Recebeu o prêmio em 1973 pelos esforços para o fim da Guerra do Vietnã. Críticos apontam o envolvimento de Kissinger na Operação Condor enquanto era Secretário de Estado americano e os bombardeios contra o Vietnã como elementos para questionar a escolha

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