Os 10 piores ataques de atiradores nos EUA
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Os 10 piores ataques de atiradores nos EUA

Pelo menos 174 pessoas foram mortas e outras centenas feridas nos 10 piores casos desde 1966; EUA registram um ataque com arma de fogo a cada duas semanas, em média

Redação Internacional

24 Julho 2015 | 11h49

Na noite de quinta-feira, 24, um homem branco de 59 anos, identificado como John Russel Houser, invadiu uma sala de cinema na cidade de Lafayette, na Louisiana, abriu fogo contra a plateia, matou 2 pessoas e feriu outras 7.

De acordo com um levantamento do jornal USA Today, com base em dados do FBI, ataques com armas de fogo são registrados nos EUA a cada duas semanas, em média.

Atirador Seung-Hui Cho matou 32 pessoas na Virginia Tech em 2007

Atirador Seung-Hui Cho matou 32 pessoas na Virginia Tech em 2007 (Foto: AP)

Veja abaixo a lista dos 10 piores casos no país desde 1966:


– 32 mortos – 16 de Abril de 2007, Virginia Tech, em Blacksburg, Virginia. O estudante sul-coreano Seung-Hui Cho, de 23 anos, abre fogo no em dois locais do campus da universidade, matando 32 pessoas e ferindo um grande númeero de pessoas. Seung-Hui Cho cometeu suicídio depois do ataque

– 27 mortos – 14 de dezembro de 2012, Escola primária de Sandy Hook, em Newtown, Connecticut. Adam Lanza, de 20 anos, mata 20 crianças com idades entre seis e sete anos, além de outros 6 funcionários da escola antes de se matar. Durante a investigação, a polícia encontra Nancy Lanza, a mãe de Adam, morta com um tiro.

– 23 mortos – 16 de outubro de 1991, em Killeen, Texas. George Hennard, de 35 anos, invade uma cafeteria da rede Lubys com sua picape. Ao sair do veículo, Hennard mata 23 pessoas a tiros e comete suicídio.

– 21 mortos – 18 de julho de 1984, em San Ysidro, Califórnia. James Huberty, de 41 anos, armado com uma submetralhadora Uzi de cano longo, uma espingarda e um revólver invade uma unidade do McDonalds e mata 21 pessoas, entre adultos e crianças. Um atirador de elite da polícia mata Huberty uma hora depois do início do ataque na lanchonete

– 18 mortos – 1º de agosto de 1966, em Austin, Texas. Charles Joseph Whitman, um ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos, mata 16 pessoas e fere pelo menos outras 30 ao atirar a partir de uma torre na Universidade do Texas. Os policiais Ramiro Martinez e Houston McCoy consegue matar Whitman. O atirador também executou sua mãe e sua mulher antes do massacre na universidade

– 14 mortos – 20 de agosto de 1986, em Edmond, Oklahoma. O carteiro Patrick Henry Sherrill, armado com três pistolas, mata 14 funcionários dos correios em menos de 10 minutos e depois se mata com um tiro na cabeça

– 14 mortos – 2 de dezembro de 2015, em San Bernardino, Califórnia. Casal armado vestindo roupas camufladas e portando fuzis de assalto e granadas entra em um centro de assistência a pessoas com necessidades especiais. Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik matam 14 pessoas e deixam 14 feridas. Ambos foram mortos em confronto com policiais.

 

– 13 mortos – 5 de novembro de 2009, em Fort Hood, Texas. O major e psiquiatra do Exército Nidal Malik Hasan mata 13 pessoas e fere outras 32 na base do Exército em Fort Hood. Em agosto de 2013, o atirador foi condenado à morto por uma corte marcial

– 13 mortos – 20 de abril de 1999, Escola de Ensino Médio de Columbine, Littleton, Colorado. Neste caso, conhecido como Massacre de Columbine, os estudantes Eric Harris, de 18 anos, e Dylan Klebold, de 17 anos, mataram 12 alunos e 1 professor da escola antes de cometerem suicídio na biblioteca do local

– 13 mortos – 18 de fevereiro de 1983, em Seattle. Três homens entram no clube Wah Mee, em Seattle, roubam 14 pessoas e atiram na cabeça de todas, matando 13. Dois dos invasores, Kwan Fai Mak e Benjamin Ng, foram condenados por homicídio em agosto de 1983 e cumprem prisão perpétua. O terceiro atirador, Wai-Chiu “Tony” Ng, depois de passar anos foragido no Canadá, foi condenado roubo e agressão e deportado para Hong Kong em 2014

– 13 mortos – 25 de Setembro de 1982, na Pensilvânia. O agente penitenciário George Banks matou 13 pessoas, incluindo 5 de seus filhos. Em setembro de 2011, a Suprema Corte da Pensilvânia cancelou a pena de morte, alegando que Banks é mentalmente incapaz

Mais conteúdo sobre:

atiradorEUA