Lugo é notificado sobre 3º processo de paternidade

Ex-bispo, líder paraguaio recebe documento que exige teste de DNA para provar que é pai de menino de 2 anos

Efe,

11 Novembro 2009 | 09h54

O presidente do Paraguai, o ex-bispo católico Fernando Lugo, foi notificado na terça-feira, 10, sobre o terceiro processo de paternidade que enfrenta desde que assumiu o poder, em 15 de agosto de 2008, informaram fontes oficiais.

 

O advogado de Lugo, Marcos Fariña, disse a jornalistas que o chefe de Estado recebeu a denúncia feita por Damiana Hortensia Morán, de 40 anos, professora e diretora de uma creche social de Capiatá, próxima a Assunção. Em 22 de abril, Damiana afirmou que seu filho Juan Pablo, de quase dois anos, é fruto de uma relação com o presidente. Entretanto, à época, disse que não reivindicaria nada.

 

Esse processo, o terceiro que o presidente enfrenta depois de reconhecer como seu filho um menino de dois anos em abril passado, teria que ser respondido por Lugo nos próximos seis dias, segundo os prazos judiciais. O advogado de Damiana, Rodrigo Aguilar, confirmou na quinta-feira passada que o processo, que exige do presidente um teste de DNA, foi apresentado na noite de quarta-feira à Vara da Infância de Capiatá.

 

Lugo já reconheceu ser pai de Guillermo Armindo, seu filho com Viviana Carrillo, nascido em 4 de maio de 2007, apenas cinco meses depois de o presidente renunciar ao clero, em dezembro de 2006, para se dedicar à política. Além disso, o chefe de Estado paraguaio enfrenta outra denúncia de reconhecimento paternidade apresentada também em 22 de abril passado por Benigna Leguizamón, a qual assegura que o ex-bispo católico é o pai do segundo de seus quatro filhos, Lucas Fernando, de sete anos.

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