Yuri Gripas/Reuters
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Melania e filho deixam Nova York e se mudam para Casa Branca

Mulher do presidente não havia ido para Washington para que Baron completasse o ano escolar; ele será a primeira criança do sexo masculino na residência oficial desde John-John, filho de John F. Kennedy

O Estado de S.Paulo

12 Junho 2017 | 05h15
Atualizado 12 Junho 2017 | 08h10

WASHINGTON - A Casa Branca tem dois novos moradores desde domingo. A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, e seu filho Barron se mudaram para o número 1600 da Avenida Pensilvânia.

Cinco meses depois da posse do presidente Donald Trump, a ex-modelo nascida na Eslovênia e seu filho de 11 anos se uniram ao chefe de Estado na Casa Branca, informou um assessor da primeira-dama.

Os dois haviam permanecido em Nova York para que Baron, de 11 anos, completasse o ano escolar. O filho de Trump deve ser matriculado para o ciclo letivo 2017-2018 na St. Andrews Episcopal School, na região de Washington.

Melania e Barron desembarcaram do avião presidencial ao lado de Trump na Base Andrews. Depois de chegar à Casa Branca, a primeira-dama publicou uma foto em sua conta no Twitter, na qual observava o South Lawn e o Monumento a Washington.

"Esperando ansiosa as recordações que faremos em nossa nova casa! #DiadeMudança", escreveu.

Os pais de Melania, Amalija e Viktor Knavs, também passaram o domingo com a família do presidente americano e deverão se tornar figuras frequentes em Washington, de acordo com a imprensa local. O casal Knavs estava morando com Melania e Barron em Nova York.

Melania é a primeira mulher de um presidente na história moderna dos EUA a adiar sua mudança para Washington após a vitória nas eleições. Ao menos durante os dias da semana, Trump ficava sozinho na Casa Branca.

A primeira-dama manteve discrição desde que o marido se tornou presidente. Sua aparição pública mais notória aconteceu em maio, quando visitou com Trump o Oriente Médio e a Europa, em uma viagem que a Casa Branca considerou um "grande êxito".

Barron Trump será a primeira criança do sexo masculino na Casa Branca desde John-John, filho do ex-presidente John F. Kennedy (1961-1963). / AFP e EFE

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