Rolando Enriquez/EFE
Rolando Enriquez/EFE

Apesar de alguns atrasos na montagem de urnas, eleição presidencial transcorre com tranquilidade

Principais candidatos e o atual presidente presidente, Rafael Correa, já votaram

Luiz Raatz, enviado especial, O Estado de S.Paulo

19 Fevereiro 2017 | 14h05

QUITO - O presidente do Equador, Rafael Correa, e os principais candidatos à presidência do país já votaram na manhã deste domingo,19, em Quito e Guayaquil. A eleição transcorre com normalidade apesar do registro de alguns atrasos na montagem de urnas no início da manhã em algumas cidades. Mais de 16,8 milhões de equatorianos vão às urnas hoje para eleger o novo presidente do país, após 10 anos de governo de Correa, divididos entre os avanços socioeconômicos e de infraestrutura e as denúncias de corrupção e intimidação à imprensa.

Correa votou cedo em um colégio de Quito. Ao depositar seu voto, o presidente disse que sentirá “nostalgia” do período que governou o país, mas elogiou a eleição como uma “festa democrática”. Ao se despedir de seus partidários que tentavam a todo custo uma selfie com ele, fez um sinal de coração com as mãos.

Seu candidato, o ex-vice-presidente Lenín Moreno, votou no fim da manhã em uma universidade da capital. Ele foi saudado por partidários antes de depositar seu voto e seguir com o vice, Jorge Glas, para que este votasse.

Segundo colocado nas pesquisas, Guillermo Lasso, da aliança Creo-Suma, votou em Guayaquil, a maior cidade do país, depois de acompanhar seu candidato a vice, Andrés Paez, votar em Quito. Terceira colocada nas pesquisas, Cynthia Viteri, do Partido Social Cristão, também votou na cidade litorânea.

Os principais candidatos devem se recolher à tarde para acompanhar a apuração. Os primeiros resultados de boca de urna devem ser divulgado às 17h (19h em Brasília) e dado oficiais, a partir das 20h (22h).

Além do presidente e o vice, os equatorianos escolhem hoje os novos 137 deputados da Assembleia Nacional, representantes do Parlamento Latino e votam num referendo que proíbe agentes públicos de ter bens no exterior.  

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