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EFE/TELAM/Gustavo Amarillee

Argentina afirma que visita de Obama mostra reinserção do país no mundo

Para chanceler Susana Malcorra, encontro entre presidentes previsto para os dia 23 e 24 de março é 'prova indubitável' da abertura de vínculos do país com potenciais parceiros

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O Estado de S. Paulo

19 Fevereiro 2016 | 11h33

BUENOS AIRES - A chanceler da Argentina, Susana Malcorra, afirmou na quinta-feira que a visita a seu país do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, marcada para o próximo mês de março, é uma prova "indubitável" de que a nação está se reinserindo no mundo e "abrindo vínculos" com todos os "potenciais" parceiros.

"O fato de o presidente Obama ter decidido vir dentro do primeiro trimestre do ano é uma clara mostra do interesse e da prioridade que os Estados Unidos puseram em nosso país e de como valorizam nossas relações", declarou Malcorra em comunicado.

Além disso, a chanceler lembrou que o presidente americano disse ao presidente da Argentina, Mauricio Macri, que "esperava visitá-lo em breve", na primeira conversa que ambos tiveram.

Obama usou na quinta-feira sua conta oficial no Twitter para anunciar que fará em março uma histórica viagem a Cuba, a primeira de um presidente americano em exercício à ilha em 88 anos, e se deslocará depois à Argentina, com a família presidencial completa nos dias 23 e 24 de março.

"A visita de Barack Obama é outra prova indubitável do que estamos dizendo: a Argentina está se reinserindo no mundo, mantendo e abrindo vínculos com todos nossos interlocutores e potenciais parceiros", destacou Malcorra.

A titular das Relações Exteriores sustentou que esta viagem "é muito importante", assim como o foi a recente visita do primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, e como será a do presidente da França, François Hollande, que chegará a Buenos Aires na próxima quarta-feira.

"A agenda é ampla", disse a chanceler sobre os temas que serão colocados sobre a mesa durante a visita de Obama. "Vamos ter de estabelecer prioridades para não nos estender demais e perder o foco. Esse vai ser o trabalho que vamos fazer nas próximas semanas." / EFE

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