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Ataques aos serviços de inteligência de Homs deixam ao menos 42 mortos na Síria

O general Hasan Daabul, chefe da inteligência militar de Homs, foi uma das vítimas do atentado

O Estado de S.Paulo

25 Fevereiro 2017 | 09h05

O chefe de inteligência militar de Homs, o general Hasan Daabul, morreu na série de ataques suicidas ocorridos na manhã neste sábado contra dois escritórios dos serviços de segurança nos bairros de Al Guta e Al Mahatta, no centro da cidade. Daabul era muito próximo do presidente Bashar al-Assad e um dos maiores nomes dos serviços de inteligência sírio. 

Em um comunicado, a Frente Fateh al-Sham, um ex-filial da Al Qaeda na Síria, assumiu a responsabilidade pelos ataques em que, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), pelo menos 42 pessoas morreram. O número de vítimas pode aumentar, já que há muitos feridos, alguns com gravidade, informou a ONG, que anteriormente havia informado a morte de 14 pessoas. /AFP

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