REUTERS/Yuri Gripas
REUTERS/Yuri Gripas

Casa Branca descarta ação militar a curto prazo na Venezuela

Assessor de segurança nacional de Donald Trump afirmou nesta sexta-feira que governo não prevê para futuro próximo o uso da força contra o país caribenho; hipótese foi evocada há duas semanas pelo próprio presidente americano

O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2017 | 15h51
Atualizado 25 Agosto 2017 | 16h08

WASHINGTON - A Casa Branca descartou uma eventual operação militar contra a Venezuela no futuro próximo no mesmo dia em que decretou sanções financeiras que restringem de maneira drástica a possibilidade da Venezuela de captar recursos no mercado para financiar sua dívida.

"Avaliamos uma ampla gama de opções. Qualquer decisão será tomada em acordo com nossos parceiros na região. Nenhuma ação militar está proposta no futuro próximo", declarou o general HR McMaster, assessor de segurança nacional do presidente Donald Trump.

"Nunca antes tínhamos estados tão em sintonia com nossos sócios na América Latina", completou o general, ao se referir à recente viagem do vice-presidente Mike Pence à Colômbia, à Argentina, ao Chile e ao Panamá.

A possibilidade de uma ação militar sobre a Venezuela foi evocada há duas semanas por Trump, que na ocasião disse que não descartava a possibilidade para solucionar a crise no país caribenho. “Temos muitas opções, incluindo a militar, se necessário", afirmou o republicano.

Em resposta a essas declarações de Trump, a Venezuela preparava para este fim de semana exercícios militares com a participação de 200 mil membros da Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb) e outros 700 mil milicianos, reservistas e civis. / AFP e EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.