Don Emmert/AFP
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Caso Nisman: Macri diz que procurador 'foi morto' em janeiro de 2015

Em Nova York, presidente argentino ressaltou que esclarecimento do caso é vital para o futuro do país

O Estado de S.Paulo

08 Novembro 2017 | 05h01
Atualizado 08 Novembro 2017 | 09h54

NOVA YORK, EUA - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou na terça-feira, 7, que o procurador Alberto Nisman "foi morto" em janeiro de 2015 e o esclarecimento do caso é vital para o futuro do país. 

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A declaração de Macri, feita em Nova York, surge após a divulgação de um relatório feito por peritos da polícia de fronteira da Argentina, segundo a qual o procurador foi drogado e assassinado com um disparo na cabeça por duas pessoas em seu apartamento. "Eles o mataram. E precisamos saber quem fez isso", disse o líder argentino.

Anteriormente, os peritos haviam afirmado que Nisman cometeu suicídio. O procurador investigava o atentado terrorista de 1994 contra um centro judeu em Buenos Aires, e foi morto no dia 18 de janeiro de 2015, quatro dias após acusar a então presidente argentina, Cristina Kirchner, de encobrir os iranianos acusados de terem cometido o ataque. / AP

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