EFE/Manaure Quintero
EFE/Manaure Quintero

Chanceler brasileiro acusa governo Maduro por morte de manifestante

Em sua conta no Twitter, Aloysio Nunes escreveu que 'aconteceu o que mais temia' nos protestos de quarta-feira contra o presidente venezuelano e disse que a 'repressão' do governo causou a morte de manifestante

O Estado de S.Paulo

20 Abril 2017 | 10h53

BRASÍLIA - O chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, culpou o governo de Nicolás Maduro pela morte de um jovem durante os protestos de quarta-feira na Venezuela, marcados por choques entre manifestantes e as forças de segurança em Caracas - ao todo, três pessoas morreram nos distúrbios.

"Aconteceu o que eu mais temia na Venezuela: a repressão do governo matou um manifestante", escreveu Aloysio em sua conta no Twitter. 

Um jovem de 17 anos morreu no hospital após ser baleado por motociclistas que atacaram uma concentração opositora no bairro de San Bernardino, revelaram testemunhas e fontes médicas. 

A Promotoria venezuelana informou posteriormente a morte de uma jovem de 23 anos baleada durante protestos em San Cristóbal e o governo informou que um policial da Guarda Nacional Bolivariana também morreu nos protestos.

Com as três mortes, sobe para oito o número de vítimas em três semanas de protestos da oposição para exigir eleições gerais e a saída de Maduro do poder, em meio a grave crise econômica e política que assola a Venezuela.

Os protestos ganharam força a partir do dia 1º de abril, após o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) assumir as atribuições do Parlamento, controlado pela oposição, desatando uma onda de críticas internacionais, que levaram o TSJ a recuar das decisões. / AFP

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.