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Chanceler turco diz que acordo sobre Síria é um ‘passo importante’ para fim da crise

Para Mevlut Cavusoglu, partes envolvidas devem ‘abraçar a oportunidade’ e suspender os bombardeios aéreos, acabar com o ataque a civis e oferecer acesso a ajuda humanitária

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O Estado de S. Paulo

12 Fevereiro 2016 | 12h39

ISTAMBUL, TURQUIA - Um acordo entre as grandes potências para suspender as hostilidades na Síria e fornecer ajuda humanitária representa "um passo importante" em direção a uma resolução da crise, disse o ministro de Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, em sua conta Twitter nesta sexta-feira, 12.

As partes envolvidas no conflito devem "abraçar esta oportunidade" que o acordo oferece para suspender os bombardeios aéreos, acabar com o ataque a civis e oferecer acesso a ajuda humanitária, disse Cavusoglu.

EUA, Rússia e mais de uma dezena de outras nações chegaram a um acordo em Munique, destinado a finalmente abrir caminho para uma transição política na país vizinho à Turquia.

Combate ao terror

O secretário de Defesa americano, Ashton Carter, disse que a Otan “explora a possibilidade” de unir-se como organização à coalizão internacional liderada pelos EUA para combater o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

"Graças à liderança do secretário-geral (aliado), Jens Stoltenberg, estamos agora explorando a possibilidade de que a Otan se una à coalizão como um membro em si. Isto é um avanço significativo", declarou Carter em entrevista coletiva ao término de uma reunião de países-membros e observadores da coalizão em Bruxelas, na sede da Aliança Atlântica.

No momento, os 28 aliados da organização contribuem com a coalizão, mas não a Otan como instituição.

Segundo Carter, a Otan, como "novo membro, apresentaria capacidades únicas" na luta contra o EI, como "experiência em impulsionar capacidades de seus membros, formar forças terrestres e dar apoio para a estabilização".

O secretário de Defesa americano indicou que abordará o "papel adequado" da Aliança nesta coalizão com os aliados "nos próximos dias e semanas". /REUTERS, AFP e EFE

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