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AFP Photo / Al-Itisam Media

Chefe militar do Estado Islâmico estaria ‘clinicamente morto’, segundo ONG

Observatório Sírio de Direitos Humanos afirma que Tarjan Tayumurazovich Batirashvili, conhecido como "Omar, o checheno" estaria em um hospital respirando ‘apenas com a ajuda de vários aparelhos’

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O Estado de S. Paulo

13 Março 2016 | 16h54

BEIRUTE - Um dos chefes militares do grupo jihadista Estado Islâmico, conhecido como “Omar, o checheno”, estaria "clinicamente morto" depois de ser atingido em um bombardeio aéreo contra seu comboio, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

O OSDH, que conta com uma vasta rede de informantes, afirma que ele "se encontra clinicamente morto e respira apenas com a ajuda de vários aparelhos" em um hospital a leste da província de Raqqa, reduto do grupo jihadista no norte da Síria.

Em 8 de março, um funcionário do alto escalão americano afirmou que Omar provavelmente teria morrido junto a outros 12 combatentes do grupo extremista no bombardeio americano de 4 de março, no nordeste da Síria. O OSDH informou na ocasião que Omar estava gravemente ferido.

"Omar, o checheno", apelido de Tarjan Tayumurazovich Batirashvili, tem nacionalidade georgiana, segundo o Pentágono. Conhecido por sua espessa barba ruiva, ele ocupou vários postos na cúpula da organização militar do Estado Islâmico, segundo a mesma fonte. Sua eliminação afetaria a capacidade do grupo de recrutar combatentes estrangeiros, especialmente na Chechênia e no Cáucaso. /AFP

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