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Cuba: Airbnb é autorizado a ampliar operação; Marriott busca parceiros

Aplicativo de compartilhamento e aluguel de quartos foi a primeira empresa a entrar em Cuba após acordo de distensão em 2014, mas ainda não podia deixar viajantes dos EUA utilizarem o serviço na ilha

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Associated Press

20 Março 2016 | 18h28

O serviço online de reserva de hospedagem Airbnb permitirá que viajantes de todo o mundo reservem espaço em domicílios de moradores de Cuba depois que a empresa com sede em San Francisco recebeu uma autorização especial do governo Obama, disse o Airbnb neste domingo.

O Airbnb foi a primeira grande empresa norte-americana a entrar em Cuba depois que os presidentes Barack Obama e Raúl Castro declararam a distensão em 17 de dezembro de 2014. Cuba tornou-se o mercado de mais rápido crescimento do serviço, com cerca de 4 mil casas adicionadas ao longo do último ano. Mas, até agora, o Airbnb só tinha sido autorizado a deixar viajantes dos EUA utilizarem os seus serviços em Cuba sob uma exceção relativamente limitada ao embargo contra o país concedida pela administração Obama. O Airbnb disse que viajantes pelo mundo poderiam começar a reservar hospedagem em Cuba em 2 de abril, aniversário do início das operações na ilha.

A autorização do Airbnb foi anunciada um dia depois de a rede Starwood Hotels anunciar a assinatura de um acordo para gerenciar três hotéis cubanos, tornando-se a primeira companhia hoteleira dos EUA em Cuba desde que Fidel Castro tomou o poder em 1959 e o governo assumiu os hotéis da ilha.

Também neste domingo, a rede Marriott International anunciou que recebeu autorização do Departamento do Tesouro dos EUA para buscar um acordo em Cuba. A empresa de hotéis disse que está em negociações com potenciais parceiros da ilha. O CEO da Marriott, Arne Sorenson, está em Cuba com a delegação de Obama.

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