Cuba defende exercício militar por confronto com os EUA

Manobra militar possibilitará elevar capacidade dissuasiva para evitar um confronto militar, diz governo cubano

Efe,

21 Novembro 2009 | 17h07

O Governo e as Forças Armadas cubanas asseguram que é uma "necessidade de primeira ordem" a manobra militar estratégica que acontecerá na ilha na semana que vem, dada a atual situação de "confronto entre Cuba e o império", em referência aos Estados Unidos, informa neste sábado a imprensa oficial.

 

O jornal "Granma", porta-voz do governante Partido Comunista de Cuba, cita o segundo chefe do Estado-Maior Geral das Forças Armadas, o general Leonardo Andolfo.

 

Segundo o "Granma", "Andolfo enfatizou que este exercício defensivo possibilitará elevar a capacidade dissuasiva para evitar um confronto militar, de acordo com o princípio de que não há melhor maneira de ganhar uma guerra que a evitando".

 

A manobra é efetuada anualmente na ilha e consiste em preparativos para enfrentar uma possível invasão.

 

Andolfo afirmou que 2009 será "o mais importante ano militar dos últimos cinco em Cuba", e que "se desenvolverá com austeridade, mas com eficiência", acrescenta o jornal.

 

Segundo um comunicado oficial divulgado na segunda-feira, a manobra começará na próxima quinta-feira e pretende "treinar os dirigentes, chefes e órgãos de direção e de comando" para "elevar a disposição do país para a defesa e para a preparação das tropas para enfrentar as diferentes ações do inimigo". O exercício terminará no dia 28.

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