EFE/ARCHIVO/ANDREW KELLY
EFE/ARCHIVO/ANDREW KELLY

Deputado admite culpa em troca de mensagens eróticas com menor nos EUA

Investigação sobre Anthony Weiner reabriu apuração no FBI sobre caso dos e-mails de Hillary Clinton

O Estado de S.Paulo

19 Maio 2017 | 13h22

WASHINGTON - O ex-deputado americano Anthony Weiner disse nesta sexta-feira, 19, a um Tribunal Federal de Nova York ser culpado da acusação de enviar mensagens obscenas para uma menor de idade, em um caso que levou o FBI a reabrir as investigações sobre o uso de servidores particulares de e-mail da candidata democrata Hillary Clinton quando ela era secretária de Estado.

O caso ganhou protagonismo depois de o FBI, durante as investigações sobre a conduta imprópria de Weiner com a menor, descobrir no lap top do deputado centenas de e-mails da mulher de Weiner,  Huma Abedin, que era assessora de Hillary, sobre o caso dos servidores particulares.

Na época, a poucos dias da eleição, o então diretor do FBU James Comey anunciou que revisaria as mensagens de Huma para saber se reabriria a investigação contra Hillary.

Diante da juíza federal Loretta Preska, Weiner prometeu não recorrer da sentença máxima de 27 meses de prisão, como parte de um acordo com a promotoria. O escândalo implodiu a carreira política do deputado. Ele foi descoberto mandando mensagens eróticas para uma menor, na Carolina do Norte. 

Dois dias antes da eleição, Comey disse que a revisão não encontrou nenhum problema na troca de e-mails entre Hillary e a mulher de Weiner. / REUTERS

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