Di Tella depõe em inquérito de tráfico de armas

O ex-chanceler argentino Guido Di Tella converteu-se nesta quinta-feira no segundo integrante do gabinete ministerial do ex-presidente Carlos Menem citado a declarar no processo que investiga a venda ilegal de armas ao Equador e à Croácia em 24 horas. Na véspera, o ex-ministro da Defesa Antonio Ernan González foi detido depois de prestar declarações ao juiz Jorge Urso, responsável pelo caso. Di Tella, no entanto, deixou o tribuanl em liberdade. "O que houve aqui foi a ação de delinqüentes que desprestigiaram a política exterior argentina", disse Di Tella, reiterando nunca ter tomado conhecimento da negociação ilegal. "Os responsáveis têm de ser descobertos pela Justiça e punidos." Menem - cujo ex-cunhado e assessor, Emir Yoma, está detido sob a acusação de manter vínculos com o tráfico ilegal de armas - deve prestar declarações a Jorge Urso em 13 de julho.

Agencia Estado,

24 Maio 2001 | 18h14

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.