St. Charles County Department of Corrections/KMOV via AP
St. Charles County Department of Corrections/KMOV via AP

EI identifica terrorista de Nova York como um de seus 'soldados'

Autoridades norte-americanas acreditam que o autor do atropelamento, o uzbeque Sayfullo Saipov, atuou sozinho, inspirado por toda a propaganda do Estado Islâmico que tinha no seu poder

O Estado de S.Paulo

03 Novembro 2017 | 07h27

CAIRO - O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) afirmou nesta sexta-feira, 3, no último número da sua revista semanal pela internet Al Naba (As Notícias), que o autor do atentado de Nova York é um de seus "soldados".

Por enquanto, o EI não reivindicou o atentado por meio de comunicados oficiais ou através de notas na agência Amaq, vinculada aos jihadistas, como costuma ser habitual no grupo.

+++ Trump quer pena de morte para autor de atentado de Nova York

Uma coluna da Al Naba relata brevemente o atentado, citando informações de "veículos de imprensa" e sem usar qualquer fonte interna do grupo terrorista, como é usual quando reivindica ataques cometidos no exterior.

As autoridades norte-americanas acreditam que o autor do atropelamento em Nova York, o uzbeque Sayfullo Saipov, atuou sozinho, inspirado por toda a propaganda do EI que tinha no seu poder, afirmou, na quinta-feira, 2, o chefe da luta antiterrorista da polícia nova-iorquina, John Miller.

+++ Governador de NY confirma ligação de terrorista com o Estado Islâmico

Também na revista é lembrado o tiroteio de Las Vegas, ocorrido há um mês, onde morreram 58 pessoas, reivindicado pelo EI em dois comunicados.

O tiroteio de Las Vegas, ocorrido no dia 1º de outubro, foi cometido pelo americano Stephen Paddock, de 64 anos.

+++ Atirador de Las Vegas armazenou armas por décadas e planejou ataque, dizem autoridades

A revista do EI identifica o atirador com o apelido de "Abu Abdul Bar al-Amriki" e assegura que as ações foram uma "resposta dos soldados do califado nos Estados Unidos e a Europa ao chamado" do grupo terrorista para responder à ofensiva dos "cruzados" contra os jihadistas na Síria e Iraque. / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.