REUTERS/Juan Medina
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Espanha pede que UE imponha sanções à Venezuela para barrar Constituinte

Segundo governo espanhol, as sanções devem ser individuais e específicas para que o país não chegue a uma paralisia completa de suas atividades

O Estado de S.Paulo

17 Julho 2017 | 13h03

BRUXELAS - O chanceler espanhol, Alfonso Dastis, defendeu nesta segunda-feira, 17, que a União Europeia (UE) imponha sanções contra a Venezueka se o presidente Nicolás Maduro prosseguir com a Assembleia Nacional Constituinte marcada para o dia 30. 

Segundo ele, a realização da assembleia seria um "ponto de difícil retorno. Ontem, 7,2 milhões de venezuelanos - metade do eleitorado do país - votaram em uma consulta informal organizada pela oposição, na qual 6,3 milhões de pessoas rechaçaram a Constituinte. 

Segundo Dastis, as sanções devem ser individuais e específicas para que o país não chegue a uma paralisia completa de suas atividades. 

"Sempre dissemos que a Constituinte não é o futuro, o futuro é cumprir a atual Constituição", disse o chanceler. 

A chanceler europeia Federica Mogherini defendeu que da votação de domingo "saia uma solução para a crise na Venezuela. / EFE

 

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