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EUA enviam aviões de monitoramento à Síria

Estadão Conteúdo

26 Agosto 2014 | 16h 44

A medida poderia abrir caminho para ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico no país

BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
Os EUA lançaram ataques aéreos contra o Estado Islâmico no Iraque no começo do mês

Os EUA começaram a realizar voos de monitoramento sobre a Síria após o presidente Barack Obama aprovar a operação, disseram autoridades norte-americanas. A medida poderia abrir caminho para ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico no país.

Uma autoridade disse que o governo precisa de informações confiáveis sobre a Síria e considerou os voos de monitoramento uma maneira de obter dados. Dois oficiais disseram na segunda-feira que Obama havia aprovado os sobrevoos e uma terceira autoridade afirmou na manhã desta terça-feira que a coleta de informações já havia começado. Todos falaram sob condição de anonimato.

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas norte-americanas, general Martin Dempsey, afirmou a repórteres em Cabul, no Afeganistão, que os EUA querem mais informações sobre os militantes na Síria, mas se recusou a comentar sobre os voos de vigilância. "Claramente o quadro que temos do Estado Islâmico do lado do Iraque é muito mais refinado", disse Dempsey. "A existência e as atividades do grupo no lado Sírio, nós temos algumas percepções sobre isso, mas certamente queremos saber mais."

A Casa Branca afirma que Obama ainda não aprovou o envio de missões militares à Síria, e a coleta de informações adicionais sobre as milícias seria necessária antes da adoção de qualquer medida adicional. Autoridades do Pentágono têm apresentado opções para o presidente, incluindo a possibilidade de ataques aéreos.

Os EUA lançaram ataques aéreos contra o Estado Islâmico no Iraque no começo do mês, com Obama citando a ameaça que o grupo representa para funcionários norte-americanos no país. Autoridades de alto escalão do Pentágono, no entanto, têm opinado que a única maneira de eliminar a ameaça dos militantes seria ir atrás do grupo no território sírio. Fonte: Associated Press.

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