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Jimmy Carter prefere Trump a Cruz e acredita que Hillary conquistará indicação democrata

- Atualizado: 04 Fevereiro 2016 | 15h 31

Para ex-presidente americano, magnata do ramo imobiliário 'é completamente maleável' enquanto que senador texano 'defende posições situadas muito à direita'

WASHINGTON - O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter prefere que o magnata Donald Trump concorra à Casa Branca pelo Partido Republicano em vez do ultraconservador Ted Cruz e acredita que Hillary Clinton será a candidata do Partido Democrata.

"Acredito que elegeria Trump, o que surpreenderá alguns de vocês. A razão é que Trump já demonstrou que é completamente maleável. Não acho que tenha nenhuma postura fixa pela qual lutar na Casa Branca", disse Carter, de acordo com reportagem desta quinta-feira, 4, do "Atlanta Journal-Constitution".

O senador Bernie Sanders, que se define como social democrata, é rival de Hillary Clinton nas prévias da corrida presidencial americana

O senador Bernie Sanders, que se define como social democrata, é rival de Hillary Clinton nas prévias da corrida presidencial americana

"Cruz não é maleável. Ele defende posições situadas muito à direita e sustentaria essa isso ao chegar à Casa Branca", acrescentou Carter em uma conferência no parlamento britânico na quarta-feira.

O ex-presidente democrata (1977-1981) foi falar do trabalho do Centro Carter para erradicar a doença da lombriga da Guiné no mundo e depois respondeu a algumas perguntas sobre a campanha eleitoral nos Estados Unidos.

"Bernie Sanders está em uma posição de destaque, sobretudo entre os jovens. Não sei qual será o resultado final, mas minha opinião pessoal é que é muito provável que Hillary Clinton prevalecerá no Partido Democrata", opinou. "Certamente eu sou um democrata e apoiarei o indicado (do partido)", acrescentou.

Para Jimmy Carter é improvável que os americanos acabem votando por Trump como presidente porque uma coisa são as pesquisas e outra "pôr o voto na urna para a pessoa que vai liderar o país durante quatro ou oito anos".

O ex-presidente democrata, de 91 anos, anunciou em agosto do ano passado que tinha sido diagnosticado com câncer, doença contra a qual continua em tratamento, que tem tido evolução positiva. / EFE

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