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Mais de mil pessoas morreram no Iraque em 17 dias, diz ONU

O Estado de S. Paulo

24 Junho 2014 | 08h 43

Depois de se reunir com o primeiro-ministro iraquiano, Kerry encontra o presidente do Curdistão e tenta uma saída para a crise 

GENEBRA - Em 17 dias da crise no Iraque, com o avanço de insurgente sunitas, mais de mil pessoas morreram, afirmou o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU nesta terça-feira, 24. Mais de 1,2 mil pessoas ficaram feridas.

"Nas três cidades do norte do Iraque houve pelo menos 757 pessoas mortas e outras 599 feridas entre os dias 5 e 22 de junho. Este número é o mínimo estimado e achamos que pode ser maior", disse o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville.

Os dados da ONU foram divulgados no mesmo dia que o secretário de Estado americano, John Kerry, chegou a Erbil, capital da região autônoma do Curdistão do Iraque, para uma reunião com o presidente do Curdistão, Massoud Barzani, em busca de uma solução para a crise iraquiana.

A visita do secretário americano ao Curdistão não estava prevista, assim como foi uma surpresa sua ida até Bagdá para encontra o primeiro-ministro Nuri al-Maliki.

Com o avanço do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isil, na sigla em inglês) e o recuo do Exército iraquiano, tropas curdas tomaram o controle de algumas regiões reivindicadas tradicionalmente pelos curdos, como Kirkuk. Barzani afirmou que o movimento respondeu ao "vazio de segurança" e "os peshmergas (tropas curdas) impedirão que o Curdistão seja ameaçado."

Diante das divisões entre as forças políticas iraquianas, Kerry pediu, na reunião em Bagdá, a formação de um governo que represente toda a população para frear o avanço dos insurgentes. "Quando os xiitas, os sunitas e os curdos participarem da formação do governo, o Iraque será mais forte e seguro."

Kerry prometeu apoio militar dos EUA no combate ao Isil. Segundo o secretário de Estado, o apoio consiste na cooperação em inteligência, formação militar conjunta, fornecimento de armas e equipamentos de combate e no envio de conselheiros militares para o Exército. / EFE

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