Presos cúmplices de atentado no Egito; líder está morto

Um palestino enfurecido planejou os ataques com carros-bomba contra um hotel e outras áreas turísticas do Sinai que mataram pelo menos 34 pessoas, informa o governo egípcio. O acusado, Ayad Said Saleh, morreu na explosão do hotel, juntamente com um cúmplice, Suleiman Ahmed Saleh Flayfil. Os corpos de ambos foram identificados em testes de DNA. O Ministério do Interior egípcio informa ainda que cinco egípcios que também participaram do plano foram presos e dois continuam foragidos. O ministério diz que Saleh agiu "reagindo à deterioração da situação nos territórios ocupados". Segundo o governo do Egito, Saleh trocou um passado criminoso, que inclui uma acusação de estupro, pelo "fanatismo religioso". A nota das autoridades egípcias não cita nenhuma grande conspiração por trás dos ataques na região do Sinai. Acusações haviam sido lançadas contra a Al-Qaeda. Uma autoridade egípcia do setor de segurança disse à Associated Press que Saleh mantinha ligações com um grupo islâmico da Faixa de Gaza, mas declinou em identificar o grupo. O Ministério do Interior diz que os três carros usados nos atentados haviam sido roubados e que os explosivos eram sobras da guerra no Sinai, travada entre Egito e Israel.

Agencia Estado,

25 Outubro 2004 | 15h13

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