Pyongyang critica presença militar dos EUA na Coreia do Sul

Coreia do Norte afirma que seus esforços "sinceros" para reduzir tensão são prejudicados por tropas na região

Efe,

19 Novembro 2009 | 10h10

A Coreia do Norte criticou nesta quinta-feira, 19, as forças militares dos Estados Unidos mobilizadas na Coreia do Sul, no dia em que o presidente americano, Barack Obama, realizava uma visita oficial a Seul. O jornal Rodong Sinmun - do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte -, citado pela agência sul-coreana Yonhap, afirmou que seus esforços "sinceros" para diminuir a tensão na península são prejudicados pela presença das tropas dos EUA no país vizinho.

 

Atualmente, cerca de 28,5 mil soldados americanos estão na Coreia do Sul desde o fim da Guerra da Coreia, em 1953, como poder dissuasório diante de um eventual ataque do regime comunista norte-coreano. "A presença das forças do agressor imperialista dos EUA na Coreia do Sul e seu intenso movimento diariamente para uma guerra de agressão contra a Coreia do Norte são os principais fatores de distúrbio à paz e à segurança na península coreana", acrescentou o jornal oficial norte-coreano.

 

Obama realizou uma visita oficial a Seul para abordar o conflito nuclear norte-coreano. Após uma reunião esta manhã com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, Obama pediu que a Coreia do Norte dê "passos sérios" para colocar fim a seu programa nuclear.

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