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Questão sobre deputada kirchnerista presa irrita presidente argentino

- Atualizado: 21 Janeiro 2016 | 21h 05

Ao chegar ao 4 estrelas em que se hospeda em Davos, o presidente Mauricio Macri era esperado por jornalistas argentinos. Aceitou responder no saguão perguntas inicialmente genéricas, sobre suas expectativas. Abandonou o encontro quando Alejandro Bercovich, do grupo BAE, questionou se a prisão no sábado da líder kirchnerista Milagros Sala não atrapalharia a busca de investimentos, comparando-a à do venezuelano Leopoldo López, preso político condenado pelo chavismo por “incitação à violência”.

“López não fez nada errado para que o compare a Milagro Sala”, disse irritado. A libertação de presos políticos venezuelanos é um eixo da política externa de Macri. 

A líder indígena Sala responde a acusação similar, mas não foi julgada. Ela comanda uma organização que distribuía planos sociais kirchneristas em Jujuy, norte do país. Seus seguidores se envolvem em agressões a rivais políticos, o que ela diz reprovar. A Anistia Internacional pede a libertação de López e Sala.

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