Roman Polanski quebra silêncio sobre extradição

O cineasta Roman Polanski quebrou um silêncio de meses para falar sobre as razões pelas quais não deveria ser extraditado da Suíça para os Estados Unidos. Em uma mensagem, publicada no site de um amigo, Polanski diz que não quer que tenham pena dele, mas apenas pede que "seja tratado de forma justa como todo mundo".

AE-AP, Agência Estado

02 Maio 2010 | 17h39

"Agora não posso mais permanecer em silêncio porque os Estados Unidos continuam a pedir minha extradição mais para me servir em um prato para a mídia mundial do que para me declarar culpado por um ato ocorrido 33 anos atrás", afirmou ele.

Polanski argumenta que a decisão sobre sua extradição é injusta e cheia de discrepâncias. Seu texto apareceu neste domingo na página da internet do filósofo francês Bernard-Henri Levy.

O diretor de ''O bebê de Rosemary'', ''Chinatown'' e ''O pianista'' está cumprindo prisão domiciliar em um chalé nos Alpes suíços. As autoridades suíças estão decidindo se irão extraditar Polanski para Los Angeles por ele ter feito sexo em 1977 com uma garota de 13 anos.

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