1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Soldados da ONU são presos por rebeldes sírios no Golan

O Estado de S. Paulo

28 Agosto 2014 | 15h 42

Os 43 soldados fazem parte das forças de paz da Força das Nações Unidas de Observação e Separação

JACK GUEZ/AFP
"A ONU está fazendo todos os esforços para garantir a libertação dos "boinas azuis" detidos", acrescentou a Organização

NAÇÕES UNIDAS - Um grupo de 43 soldados da ONU nas Colinas de Golan, região fronteiriça entre Síria e Israel, foi detido na madrugada desta quinta-feira, 28, por rebeldes sírios que enfrentam o Exército do país.

"Durante um período de intensificação da luta, iniciado ontem (quarta) entre elementos armados e as Forças Armadas da Síria dentro da área de separação nas Colinas de Golan, 43 integrantes das forças de paz, da Força das Nações Unidas de Observação da Separação (Undof, na sigla em inglês), foram detidos por um grupo armado nas proximidades de Al Quneitra", disse a assessoria de imprensa da ONU em um comunicado.

"A ONU está fazendo todos os esforços para garantir a libertação dos 'boinas azuis' detidos e restabelecer a total liberdade de movimentos da força em sua área de operação", acrescentou a Organização. Outros 81 soldados são impedidos de se deslocar pelo local.

Segundo a rede opositora Rede Sham, todos soldados são filipinos. "Os oficiais da ONU não estão ainda sequestrados, mas os membros do jihadista Frente al Nusra cercam os dois prédios onde os boinas azuis estão", afirmou o correspondente Fadi al Asmai. A nota oficial da ONU não identifica qual grupo armado foi responsável pela ação.

Asami acrescentou que os jihadistas acusaram pelo menos dois observadores da ONU de participar, do lado do regime sírio, nos combates recentes entre os rebeldes com o Exército na região.

A Undof foi criada em maio de 1974 para supervisionar o acordo da Síria e Israel em relação à retirada das Colinas de Golan e acompanhar o cessar-fogo estipulado entre as duas partes.

Recentemente, seu mandato foi estendido por seis meses, até 31 de dezembro deste ano. No final de julho, a força de paz era composta por 1.223 soldados de seis países (Fiji, Índia, Irlanda, Nepal, Holanda e Filipinas). / EFE e REUTERS

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo