EFE/ Michael Reynolds
EFE/ Michael Reynolds

Trump atribui ataque na Flórida a distúrbio mental e falta de vigilância

Ao comentar o ataque a tiros que deixou ao menos 17 mortos na véspera, presidente americano considerou o caso uma consequência do distúrbio do atirador e da falta de vigilância, mas evitou falar sobre a polêmica questão do controle na venda de armas

O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2018 | 12h10

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atribuiu nesta quinta-feira, 15, o ataque a tiros em uma escola da Flórida, que tirou a vida de 17 pessoas na véspera, a um distúrbio mental e à falta de vigilância.

+ Para lembrar: Os piores ataques a tiros em universidades e escolas dos EUA

"Tantos sinais de que o atirador da Flórida era um perturbado mental, expulso, inclusive, da escola por sua conduta má e errática. Os vizinhos e os colegas de turma sabiam que era um grande problema. É preciso informar esses casos às autoridades sempre, de novo e de novo!", tuitou o presidente americano.

Trump não mencionou em momento algum a questão do controle sobre a venda de armas de fogo, apesar de o autor do tiroteio, Nikolas Cruz, de 19 anos, estar armado com uma AR-15 e vários carregadores quando invadiu a escola secundária Marjory Stoneman Douglas perto do fim das aulas na quarta.

Até então, o presidente só tinha afirmado que conversou com o governador da Flórida, Rick Scott, sobre a aplicação da lei neste caso, além de enviar suas "orações e condolências" para as famílias das vítimas. / AFP

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