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União Europeia decide sobre novas sanções à Rússia até sexta-feira

O Estado de S. Paulo

02 Setembro 2014 | 10h 45

Segundo chanceler italiana, que assumirá em outubro como chefe de política externa do grupo, resposta do bloco deve ser mais 'dura'

Laurent Dubrule/Reuters
Segundo a ministra das Relações Exteriores da Itália, Federica Mogherini, as novas sanções terão como alvo setores de defesa, finanças e bens de uso duplo na Rússia

BRUXELAS - Governos da União Europeia decidirão sobre um pacote de novas sanções contra a Rússia até a sexta-feira, disse a ministra das Relações Exteriores da Itália, Federica Mogherini, ao Parlamento Europeu nesta terça-feira, 2, pedindo uma "resposta o mais forte possível".

Mogherini, que será a próxima chefe de política externa do bloco, disse que a Comissão Europeia, braço executivo da UE, apresentará na quarta um pacote mais amplo de sanções contra a Rússia em razão da invasão à Ucrânia.

Embaixadores da UE se reunião quinta e sexta-feira e a decisão será tomada até sexta, disse Mogherini. "Precisamos responder da maneira mais forte possível", declarou ela a repórteres após uma apresentação a deputados da UE no Parlamento Europeu.

"As coisas em campo estão ficando mais e mais dramáticas. Falamos de uma agressão e eu acho que as sanções são parte de uma estratégia política", disse ela, descrevendo a situação como "uma época de escuridão completa."

Mogherini não quis dar detalhes sobre o pacote de sanções, mas disse que ele teria como alvo quatro setores da Rússia, entre eles defesa, finanças e bens de uso duplo.

Três pessoas próximas das discussões disseram à Reuters na segunda que o endurecimento das sanções pode incluir a proibição de que europeus adquiram novos títulos da dívida russa, limitando a capacidade de Moscou se financiar.

Líderes da UE decidiram em uma cúpula no sábado que o envolvimento direto de tropas russas na guerra no leste e no sul da Ucrânia requer um endurecimento das sanções impostas até agora, a menos que a Rússia retire seus soldados.

A chanceler alemã, Angela Merkel, que liderou o movimento por uma resposta mais dura, afirmou na segunda que o comportamento de Moscou na Ucrânia não deve ser ignorado, mesmo que as sanções prejudiquem a economia alemã - que precisa do gás vindo da Rússia.

Na cúpula de sábado, líderes da UE escolheram Mogherini como a próxima chefe de política externa do bloco, sucedendo a britânica Catherine Ashton, que deixará o cargo em outubro. / REUTERS

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