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Acompanhe as últimas notícias sobre a Venezuela

EUA, Brasil e outros países americanos manifestaram apoio ao presidente interino o país, Juan Guaidó, enquanto UE pediu novas eleições; chavista conta com apoio de Rússia, China e Turquia

A pressão contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aumentou significativamente dentro e fora do país desde quarta-feira, 23, com milhares de pessoas tomando as ruas pedindo a sua renúncia e com a decisão de grande parte dos países do continente americano, entre eles o Brasil, de reconhecer o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino.

 

 Foto: Miguel Gutiérrez/EFE

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  • 10h33

    25/01/2019

    SUSPENSÃO DO TEMPO REAL

     

    Interrompemos a cobertura ao vivo da crise venezuelana. Retornaremos a qualquer momento com as principais notícias de Caracas e do mundo sobre o embate entre Nicolás Maduro e Juan Guaidó.

     

    Enquanto isso, visite a página da Internacional no Estadão ou nos siga no Facebook e no Twitter.

     

  • 10h26

    25/01/2019

    RÚSSIA TAMBÉM OFERECE MEDIAÇÃO

     

    Depois de México e Uruguai, a Rússia - aliada de Nicolás Maduro - se ofereceu nesta sexta-feira, 25, para mediar um possível diálogo entre o governo de Nicolás Maduro e a oposição venezuelana. 

     

    Segundo a agência RIA, Moscou estaria disposta a negociar com todas as forças políticas que atuem de forma responsável. Ainda segundo a agência, o proposta foi feita pelo diretor para América Latina do Ministério de Relações Exteriores do país, Alexander Shchetinin.

     

    A oferta do governo Putin surge um dia depois de Moscou diz que Maduro era o presidente legítimo da Venezuela e não o líder opositor Juan Guaidó, que se declarou presidente interino na quarta-feira.

    YURI CORTEZ / AFP

  • 10h12

    25/01/2019

    BERLIM PODE APOIAR GUAIDÓ

    O governo da Alemanha exigiu nesta sexta-feira a realização de eleições "livres e justas" de forma imediata na Venezuela e indicou que, se isso não ocorrer, está disposto a reconhecer de forma provisória o autodeclarado presidente interino, Juan Guaidó, como chefe de Estado.

     

    O porta-voz do Executivo alemão, Steffen Seibert, disse para jornalistas que Berlim considera que Nicolás Maduro "não pode ser o presidente legítimo da Venezuela" por não ter "cumprido com os padrões democráticos" na última eleição presidencial, em 2018.

     

    Seibert destacou ainda que a Alemanha defende uma posição unificada da Europa em relação à crise venezuelana e disse que a chanceler do país, Angela Merkel, discutiu o assunto na quinta-feira com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez.

  • 09h03

    25/01/2019

    DETENÇÕES EM PROTESTOS

     

    Mais de 350 pessoas foram presas na Venezuela nesta semana durante manifestações contra o regime de Nicolás Maduro, afirmou nesta sexta-feira a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, que pediu "conversações imediatas" para reduzir a tensão no país.

     

    Em comunicado, a ex-presidente chilena afirmou que seu escritório "recebeu informações sobre a detenção em massa de manifestantes - bem mais que 350 no total desta semana, incluindo 320 apenas nas manifestações de 23 de janeiro".

    YURI CORTEZ / AFP

  • 08h52

    25/01/2019

    PRODUÇÃO DE PETRÓLEO

     

    O diretor da Agência Internacional de Energia (IEA), Faith Birol, disse nesta sexta-feira em Davos, na Suíça, que "se houver uma revolução na Venezuela" a produção de petróleo no país, já em seu mais baixo nível dos últimos 30 anos, pode piorar.

     

    "Depois de um processo revolucionário, é muito raro que um país recupere sua capacidade de produção", disse Birol.

     

  • 08h43

    25/01/2019

    O pai do líder opositor venezuelano Juan Guaidó, que se declarou presidente interino nesta semana, afirmou nesta sexta-feira que as Forças Armadas do país deveriam retirar o apoio ao presidente Nicolás Maduro.

     

    Wilmer Guaidó, que vive na Espanha há 16 anos, afirmou em entrevista à emissora Antena 3 que os militares venezuelanos deveriam ser leais ao país e não a um líder específico.

     

    "(Simón) Bolívar costumava criticar soldados que dão as costas ao povo", disse Wilmer, referindo-se ao herói da independência da Venezuela. "Eu acho que os militares deveriam escolher o lado certo da história."

  • 07h38

    25/01/2019

    BRASIL REJEITA PROPOSTA DE MEDIAÇÃO NA CRISE VENEZUELANA

     

    O governo brasileiro rejeita a possibilidade de uma mediação por parte de México e Uruguai na crise venezuelana. “Já passamos desse capítulo” declarou ao Estado na manhã desta sexta-feira, 25, o chanceler Ernesto Araújo, que ainda está em Davos para reuniões com governos estrangeiros. Leia aqui a reportagem completa.

     

    Foto: Antônio Lacerda/ EFE

    Antonio Lacerda/ EFE

  • 06h13

    25/01/2019

    QUEDA DE CHAVISTA, DERROTA DE PUTIN

     

    Se Nicolás Maduro cair, Vladimir Putin terá de lidar com o custo de outra aposta errada. A Rússia é o principal patrocinador da Venezuela depois da China e emprestou US$ 17 bilhões ao país nos últimos 20 anos. Em dezembro, Putin prometeu mais US$ 6 bilhões, além de 600 mil toneladas de grãos. Leia a análise aqui. 

     

     

    Foto: Reuters

    Reuters

  • 22h10

    24/01/2019

    Encerramos agora nossa transmissão ao vivo e agradecemos a audiência. 

  • 21h14

    24/01/2019

    ROMPIMENTO

    O governo dos Estados Unidos determinou que o pessoal diplomático "não essencial" deixe a Venezuela. Depois que Washington reconheceu o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino, Nicolás Maduro rompeu as relações com os americanos e deu a eles 72 horas para deixar a embaixada. O Departamento de Estado informou que tomou a medida por razões de segurança, mas a embaixada em Caracas continuará aberta. 

     

  • 20h41

    24/01/2019

     

     

    ENTREVISTA AO 'POST'

    O presidente Jair Bolsonaro não pretende fazer o Brasil embarcar em uma intervenção militar na Venezuela, mas acredita que o posicionamento do Brasil - que disse não reconhecer o novo mandato de Nicolás Maduro - pode ajudar na mudança de regime do país vizinho, segundo entrevista ao Washington Post.

     

    "Nós não embarcaremos o Brasil numa intervenção militar. Não temos história de buscar intervenções militares para resolver problemas", afirmou Bolsonaro na entrevista, ao ser questionado sobre se estaria disposto a utilizar tropas brasileiras para apoiar uma mudança de regime na Venezuela.

     

    Em relação a como a mudança se daria no país vizinho, Bolsonaro disse que a sinalização do Brasil de que não aceita a reeleição de Maduro pode ajudar na mudança. "Acredito que sim. Nossa inteligência indica que há um nível substancial de insatisfação entre os militares na Venezuela", disse.

     

  • 19h41

    24/01/2019

    MADURO DIZ ESTAR DE ACORDO COM PROPOSTA DE DIÁLOGO

     

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta quinta-feira, 24, que está de acordo com a iniciativa de uma nova rodada de diálogos com a oposição para destravar a crise política, econômica e social do país, como propuseram os governos de México e Uruguai

     

    "O governo do México e do Uruguai propuseram que se crie uma iniciativa internacional para promover um diálogo das partes na Venezuela, e lhes digo publicamente (que) estou de acordo", disse Maduro em um discurso no Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), onde recebeu o apoio dos magistrados. 

     

    Maduro, no poder desde 2013, respondeu assim à proposta lançada ontem por México e Uruguai, que em um comunicado conjunto instaram os venezuelanos a "encontrar uma solução pacífica e democrática diante do complexo panorama" que enfrenta o país. Saiba mais

     

  • 18h57

    24/01/2019

    MOURÃO DEFENDE SAÍDA DE MADURO

    O presidente em exercício, Hamilton Mourão, defendeu como solução para a Venezuela a saída de Nicolás Maduro do país. "Isso eu já falei várias vezes. Tem que arrumar uma solução para o Maduro ir embora, né? Embarca lá com o bandão dele para algum país aí que o receba e pronto, segue o baile, a Venezuela volta a tentar se reorganizar democraticamente", declarou Mourão ao deixar o Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 24. 

     

    Ele negou que o Brasil tenha se precipitado ao reconhecer o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. O presidente em exercício destacou que o governo brasileiro seguiu o que estava previsto com os demais países do Grupo de Lima. "As críticas vão ser sempre. Como é que dizia o Nelson Rodrigues? Toda unanimidade é burra. Então tem que ter crítica." (Daniel Weterman e Tânia Monteiro) Saiba mais

  • 18h01

    24/01/2019

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse há pouco que pretende fechar "todos os consulados e a embaixadas da Venezuela nos Estados Unidos". Ontem, o líder chavista tinha rompido as relações diplomáticas com Washington e dado aos diplomatas americanos 72 horas para deixar o país. Ele também convocou todos os diplomatas venezuelanos de volta para o país.

     

    O líder opositor Juan Guaidó, que se declarou presidente interino do país, disse que as relações com os EUA serão mantidas. A Casa Branca, por sua vez, informou que não reconhece o rompimento anunciado por Maduro e alertou para "consequências" caso algo ocorra com seus diplomatas. 

  • 17h36

    24/01/2019

    NEGOCIAÇÕES DIPLOMÁTICAS

     

    O Canadá pretende sediar um encontro do Grupo de Lima em fevereiro ou março para discutir a crise na Venezuela. Ao menos 13 dos 14 países do grupo, com exceção do México, declararam apoio a Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. 

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