Olá, mundo!
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Olá, mundo!

andreinetto

15 de março de 2010 | 15h46

A Europa vista de uma forma menos convencional. Essa é a ideia.

A Europa vista de uma forma menos convencional. Essa é a ideia.

O WordPress facilita o trabalho. Quando abri a página para escrever meu primeiro post, havia um título: “Olá, mundo!”. Não sei se é praxe, mas, para ser sincero, gostei. Diz muito sobre essa experiência, sobre a informalidade do diálogo que quero manter com você a partir de agora.

“Olá, mundo!” também cai bem porque é sobre isso mesmo que vamos falar: globalidades. Moro em Paris, na França, há cerca de quatro anos. E você sabe, ou pode imaginar, o quanto esse lugar é cosmopolita. Não bastasse estar em uma metrópole excitante, a verdade é que vivo por aí, passando por dezenas de outras capitais ou cidades históricas, cuja relevância política, econômica ou cultural é sempre pesada. E nessas cidades, por força do trabalho como correspondente ou enviado especial de O Estado de S. Paulo, cubro temas de repercussão internacional.

Por me sentir privilegiado, não me resta alternativa se não abordar o que está mais próximo, o que assisto de perto. Essa é a minha proposta para este blog: vamos falar, com a maior frequência possível, de política, economia e cultura na Europa, ok?

Talvez foquemos nas eleições na França e no Reino Unido, que se aproximam, ou na crise fiscal da Grécia e da zona euro. Ou ainda, em uma quarta-feira qualquer, talvez falemos sobre as últimas controvérsias suscitadas pelo cinema europeu, como a polêmica criada por Roselyne Bosch em “La Rafle”, filme sobre o qual você, aí no Brasil, não deve ter ouvido, mas sobre o qual eu vou postar neste espaço.

Enfim, não quero escrever apenas sobre os grandes acontecimentos, mas também sobre os pequenos, os fatos cotidianos para os quais não temos espaço nas páginas de um jornal de grande porte. Eles servem, a meu ver, para quebrar estereótipos que ainda vigoram sobre a Europa, assim como para reafirmar outros. Creia-me: pode ser útil.

Já estou me estendendo, então permita-me ser direto: minha intenção aqui é dialogar com você, que na internet é mais do que um leitor, é um interlocutor. Logo, se estiver por perto, passe para dizer um “Olá!”.

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