Gripe suína em B.Aires: mancadas, mitos, futebol, missas, economia e sexo
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Gripe suína em B.Aires: mancadas, mitos, futebol, missas, economia e sexo

arielpalacios

06 de julho de 2009 | 03h06

PIG5

CRONOLOGIA DAS RECENTES MANCADAS GOVERNAMENTAIS
Sexta-feira dia 26 de junho: a ministra da Saúde Graciela Ocaña, afirma que foram registradas 26 mortes pela gripe suina. Segundo ela, o número de contágios é de 1.587 casos registrados. Diversas informações extraoficiais indicam que Ocaña renunciará após as eleições parlamentares do domingo. As informações indicam que a ministra há dias tentava convencer a presidente Cristina Kirchner a adiar as eleições, já que concentrar 28 milhões de pessoas em centros eleitorais, implicava em um cenário ideal para expandir a gripe. Mas, Cristina nega-se a adiar as eleições. A perspectiva, segundo os analistas, é que quanto mais tarde sejam as eleições, pior será o desempenho do governo nas urnas.

Domingo dia 28 de junho: o governo da presidente Cristina Kirchner sofre uma derrota histórica nas eleições parlamentares.

Segunda-feira dia 29 de junho: a ministra Ocaña renuncia.

Terça-feira dia 30 de junho: a cidade de Buenos Aires e a província de Buenos Aires declaram emergência sanitária. Mas, na prática, implica somente em ampliação das férias escolas de inverno e maior número de pessoas para atendimento médico nos hospitais (diversos municípios tomaram medidas por conta própria e ordenaram o fechamento temporário de cinemas, bingos, academias de ginástica, salões de baile, discotecas e centros culturais).

Quarta-feira dia 1 de julho: depois de quase três dias sem ministro de saúde no meio da maior crise sanitária em décadas, o governo empossa Juan Manzur, vice-ministro da província de Tucumán no posto. A cerimônia da posse é realizada no Salão Blanco da Casa Rosada, onde acotovelam-se quase 500 pessoas. O lugar ideal para o contágio: muitas pessoas e nada da ventilação.

Quinta-feira dia 2 de julho: o ministro dá com a língua nos dentes à noite e afirma que existem 320 mil pessoas com gripe (gripe de todos os tipos) em todo o país, das 100 mil pessoas contagiadas com a gripe suína.

Sexta-feira dia 3 de julho: de manhã, a presidente Cristina visita o hospital de referência Malvinas Argentinas. Sem máscara, cumprimenta as pessoas com um aperto de mãos. Com cara amarrada, ela espera uma correção do ministro. Este muda o discurso da véspera e afirma que existem 2.800 casos confirmados de gripe suína. Segundo ele, os 100 mil casos citados (por ele próprio) na véspera eram uma estimativa. A mídia pergunta-se se o ministro tem alguma ideia da realidade.
Diversos jornalistas em sua província, Tucumán, indicam que o ministro costumava reduzir os índices de mortalidade infantil recorrendo à contabilidade criativa.
Sob o olhar desconfiado dos argentinos, o ministro também afirma que o número de mortos é de 55. Isto é o número “oficial” de mortes duplicou em uma semana.
A mídia afirma que juntando dados esparsos de diversas províncias, o número de mortos pode ser umas duas dezenas superior. Isso, para fazer um cálculo conservador.
O ministro Manzur, negou que o governo esteja escondendo números sobre o crescimento dos falecimentos pela gripe ou a expansão do contágio.
Nesse mesmo dia, na cidade de Buenos Aires, o chefe do gabinete da secretaria de Saúde da capital, Néstor Pérez Baliño, existiriam 10 mil pessoas contagiadas. Isso equivale a 0,3% do total dos habitantes da cidade de Buenos Aires.
Também nesse dia, a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS), Mirta Roses, criticou a decisão de não adiar as eleições parlamentares argentinas: “não é recomendável misturar pandemias com processos eleitorais”.

Domingo 5 de julho: na cidade de Córdoba morre mais uma pessoa de gripe suína, de manhã. No fim da noite, o ministro Manzur anunciou que o número de mortos chegava a 60. A quantidade de pessoas contagiadas era 2.485….
Epa, na sexta-feira não eram 2.800 pessoas contagiadas?
E na quinta-feira, não eram 100 mil?

porco

MITOS SOBRE O CLIMA DE ‘PÂNICO’
Ao longo da última semana diversos amigos me ligaram do Brasil, preocupados, para saber se eu estava bem. Eles queriam saber como estava me virando com apocalíptico clima de toque de queda que eles supunham que estava ocorrendo em Buenos Aires por causa da gripe suína.

– Como? Não entendi… (respondia eu)

– O prefeito de Buenos Aires não ordenou que as pessoas não saiam nas ruas? (perguntavam eles)

– Não! O prefeito de Buenos Aires pediu – ou melhor, recomendou – aos pais e mães que levem as crianças, o mínimo possível, para fora de casa. Não ordenou coisa alguma…Foi um recomendação. Não levar as crianças a lugares públicos.

– Ah! (ouvia do outro lado do telefone, com certo tom de incredulidade)…eeeeh, mas as pessoas não estão correndo aos supermercados para comprar alimentos e ficar trancadas dentro de casa, esperando que a gripe suína passe?

– Não, nos supermercados, tudo normal. Sim, é verdade, esgotaram o estoque de
Álcool em gel. Mas não estão estocando alimentos como se o Apocalipse fosse ocorrer amanhã à tardinha…E verdade que aumentaram as compras por internet nos sites dos supermercados. Mas não estão cheios de pessoas em pânico…

– É que eu vi a TV que está todo mundo em pânico em Buenos Aires…e li em um site que as pessoas estão indo em massa aos supermercados…

– Não. Não existe pânico, não. Existe preocupação. Mas não “pânico”…

– E vi imagens na TV que mostram está todo mundo com máscaras cirúrgicas…

– Você viu imagens de centenas de pessoas usando máscaras ou uma imagem com a câmara fechada, enfocada em duas ou três? Eu estive caminhando na cidade todos estes dias e vi poucas pessoas com máscaras….peguei o metrô da linha D – que vai sempre lotado – e só vi uma senhora com máscara. Existem pessoas com máscaras, mas são uma minoria. Hoje (domingo), em sete quarteirões na avenida Santa Fe vi cinco pessoas com máscaras. Não é exatamente um número que indique pânico.

– E em Buenos Aires, não fecharam os cinemas e teatros?

– Não.Em algumas cidades da província de Buenos Aires, fecharam. Na capital do país, não fecharam. Por enquanto. Pode ser que fechem nos próximos dias. Mas, por enquanto, estão abertos. Alguns lugares, por decisão própria, decidiram fechar as portas por alguns dias como alguns teatros. Diversos cinemas só vendem metade das entradas, para que o público possa ter poltronas vazias entre as pessoas.

Estas foram alguns dos diálogos nos últimos dias com amigos que moram no Brasil e me ligaram preocupados pela gripe em Buenos Aires.

Em Buenos Aires existe preocupação com a gripe suína. Motivos existem de sobra, já que 60 pessoas morreram até este fim de semana. O país na pole position dos falecimentos por causa da gripe na América do Sul.
Mas não existe um pânico generalizado na população.

Alguns setores da sociedade, especialmente aqueles que tornaram-se ostensivos consumidores de tranquilizantes da moda nos últimos anos, morrem de medo de qualquer pessoa que espirre (mesmo que seja de alergia).
Um especialista outro dia indicava que o medo à gripe suína facilitou a vida de pessoas com fobias de viajar em avião e reuniões sociais. Agora, elas podem recorrer à gripe suína como desculpa adequada para cancelar viagens e eventos.

Mas, a maioria da população, embora preocupada, está – ainda – longe de estar em pânico. Não descarto que nas próximas semanas as pessoas fiquem em pânico, caso os casos de morte continue crescendo (o que é bem possível, já que estima-se que o pico da expansão da gripe ocorrerá daqui a duas semanas). Mas, no momento, isso ainda não ocorre.

Diversas festas de aniversário foram canceladas ou adiadas, por temor à concentração de pessoas. Viagens idem, especialmente para o sul da Argentina. A Patagônia é uma das regiões que mais temor inspiram, já que as baixas temperaturas ali criam condições para pegar qualquer tipo de gripe.

Os restaurantes estão bastante mais vazios do que no início do ano. Mas, esses estabelecimentos estavam começando a ficar vazios há dois meses por causa da recessão. Fica difícil saber se aquela cadeira vazia no café da esquina hoje está vazia pela crise econômica ou pelo medo à gripe suína.

Nas ruas poucas pessoas utilizam a máscara cirúrgica.
Mas, as pessoas compraram máscaras a granel nas últimas semanas, já que elas estão escasseando. Não usam as máscaras compradas, peculiar paradoxo.
Álcool em gel, sim. As pessoas em Buenos Aires estão usando muito para limpar as mãos após pegar um ônibus, um táxi ou ao chegar em casa.

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Gripe não impediu realização de jogos de futebol. Comerciantes de Liniers, bairro do time Vélez Sarsfield, aproveitaram o mix “temor pela epidemia e fanatismo futebolístico” para vender máscaras com o logotipo do clube

GRIPE E FUTEBOL
Diversas federações esportivas argentinas decidiram, por prevenção, suspender as atividades durante as próximas semanas. Entre elas, a União Argentina de Rugby (UAR) que suspendeu as atividades até o dia 20 de julho.
Os principais clubes de hockey, golfe e remo também cancelaram suas atividades e competições.
O tradicional campeonato de carros de corrida TC 2000, que seria realizado no dia 26 deste mês em Santa Fe, foi adiado para outubro por causa do avanço do vírus H1N1 nessa província.
A maratona “Kleenex”, marcada para este domingo nos parques de Palermo, em Buenos Aires, também foi adiada.

Mas, apesar do avanço da gripe, que coloca a Argentina no primeiro lugar em mortes na América do Sul, o futebol não está sendo afetado. O forte lobby dos times da primeira divisão determinaram que continuarão realizando os jogos previstos.
A Associação de Futebol da Argentina (AFA) autorizou a realização do encerramento do Campeonato Clausura, realizado neste domingo no estádio José Almafitani, do clube Vélez Sarsfield, no bairro de Liniers, na área oeste da capital argentina.

Mais de 45 mil torcedores assistiram o embate entre os times Huracán e Vélez Sarsfield, que disputaram o troféu. Simultaneamente, outros 20 mil torcedores estiveram aglomerados no estádio de Huracán em Parque Patrícios, para ver o jogo em um imenso telão. Os especialistas sustentam que as duas concentrações, de tal magnitude de pessoas, foram uma “irresponsabilidade social”.

No entanto, no meio das críticas à realização do jogo, comerciantes do bairro de Liniers, sede do Vélez Sarsfield, não perderam a oportunidade e venderam máscaras cirúrgicas com o logotipo do time estampado.

SUÍNA E VACAS MAGRAS
Diversos governos provinciais anunciaram recesso do setor administrativo público ao longo de julho. A província de Misiones, onde registraram-se várias mortes, terá três semanas de recesso do funcionalismo. A província de Catamarca, paralisará as atividades da administração durante dez dias.

Em Buenos Aires, diversos serviços estão sentido os efeitos do temor da gripe suína, além da recessão. Esse é o caso dos teatros, os quais, segundo a Associação Argentina de Empresários Teatrais (Aadet), tiveram uma queda de 70% nas vendas de entradas. O cenário é sombrio, já que julho é tradicionalmente o mês de maior atividade teatral na capital do país.

A dupla recessão-gripe suína teria causado, segundo Associação de Hotéis, Restaurantes, Confeitarias e Cafés (Aahrcc), uma redução de 50% no movimento, em comparação com a mesma época do ano passado.

Diversos serviços online de compras a supermercados, como Coto Digital e Le Shop, registraram um aumento de 30% em suas vendas

As estimativas realizadas por consultorias econômicas em Buenos Aires indicam que as perdas geradas pela gripe suína complicariam a delicada situação da economia argentina, abalada pela recessão.

As estimativas oscilam entre perdas de US$ 1 bilhão a US$ 10 bilhões. O economista Dante Sica afirma que antes da gripe calculava que o PIB argentino teria uma queda de 2% neste ano. Mas, sustenta, “a gripe poderia ter um custo adicional”.

Outras estimativas, do setor de turismo, um dos mais atingidos a curto prazo pela gripe, indicam que o país (só no turismo) teria perdas de US$ 2,5 bilhões neste ano.

A cidade de Bariloche, um dos principais centros turísticos do país, será duramente afetada neste mês, já que a própria prefeitura decidiu suspender a viagens de formatura de alunos. Mais de 90 mil estudantes que estão concluindo o segundo grau terão que adiar as viagens à Bariloche para depois do dia 21 de julho.

O Cassino Central, um dos símbolos do balneário de Mar del Plata, que no inverno costuma concentra um grande volume de turistas da terceira idade, anunciou que suspenderá suas atividades por causa do elevado risco que implica a elevada concentração de pessoas em seus salões.

Segundo as estimativas, as ausências trabalhistas provocadas pelo vírus H1N1 poderiam provocar perdas salariais de 15% aos trabalhadores na Argentina. Além disso, a produtividade industrial poderia apresentar uma queda de 10%.

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Suína tenderá a agravar tempos de vacas magras

PROVÍNCIAS E MUNICÍPIOS AGEM MAIS RÁPIDO
Diversas províncias, além de governos municipais, decidiram não ficar esperando medidas mais rigorosas por parte do governo de Cristina Kirchner e aplicaram, isoladamente, determinações para evitar grandes concentrações de pessoas.
Vários municípios da província de Buenos Aires estipularam a suspensão do funcionamento de bares, cafés, pizzarias, casas de show, cinemas, bingos e discotecas.

Na cidade de San Isidro, na zona norte da Grande Buenos Aires, a prefeitura proibiu que menores de 18 anos entrem em shopping centers até quinta-feira.

MISSAS, SEXO E A RECEITA FEDERAL
A acelerada expansão da gripe suína na Argentina também está alterando a vida religiosa dos argentinos. Em Santa Fe, para evitar contágios, os padres não darão as hóstias na boca dos fiéis nas missas. A comunhão será feita colocando a hóstia na mão da pessoa que comunga. Além disso, o clero recomendou que os fiéis mantenham uma distância “prudente” uns dos outros nos bancos das igrejas.

Em Quilmes, a Diocese recomenda que os fiéis, na hora de desejar a paz, evitem o aperto de mãos.

Na cidade de General Villegas, no interior da província, as missas foram suspensas nos templos de todo o município. As cerimônias religiosas foram transmitidas pelos canais de TV local e as estações de rádio.

Em Buenos Aires, fontes da Cúria indicaram que a suspensão da missas só seria adotada se (tal como ocorreu no México semanas atrás) caso o governo ordene a suspensão de todo tipo de encontros públicos.

Na capital do país, no entanto, as autoridades sanitárias não ordenaram o fechamento de estabelecimentos. Mas, o fluxo de clientes de cinemas e shoppings caiu drasticamente.

Além dos shoppings, discotecas e restaurantes, o temor à gripe suína também afetou a atividade das trabalhadoras do sexo.

Segundo porta-vozes da Associação de Mulheres Meretrizes da Argentina (Ammar), o volume de clientes despencou 50% por medo ao contágio do vírus H1N1.
Os motéis também estão registrando quedas que oscilaram ao redor de 20% neste fim de semana.

A Administração Federal de Receitas Públicas (Afip), a Receita Federal argentina, anunciou que fechará suas portas até o dia 17, como medida preventiva perante a expansão da gripe.

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Marquês de Rabicó, nosso suíno-mor e sua ex-esposa Emília (lembram que casaram em ‘Reinações de Narizinho? E também divorciaram-se verbalmente no mesmo livro) e uma vaca anônima (bom, eu não lembro o nome de bovino algum na obra de Monteiro Lobato) vasculham o horizonte

BRASILEIROS EM BUENOS AIRES, quais hospitais públicos podem procurar na cidade:
Os assessores da Secretaria de Saúde do governo da cidade de Buenos Aires afirmaram que a rede pública atende não somente os cidadãos argentinos, mas qualquer estrangeiro.
“Sem dúvida, atenderemos os brasileiros que estejam de férias aqui na cidade”, me disseram na Secretaria de Saúde do governo da cidade de Buenos Aires.
Essa informação foi confirmada pelo Consulado do Brasil em Buenos Aires, que indicou que os brasileiros são atendidos sem problema algum nos hospitais públicos argentinos.

Aqui segue uma lista dos hospitais portenhos. Segundo a Secretaria de Saúde, no meio desta crise da gripe suína, todos os hospitais transformaram-se em hospitais de referência.

http://www.buenosaires.gov.ar/areas/salud/sistemas_salud/index.php?idtema=1&idcomuna=&idbarrio=&idtipo=&texto=&Buscar2=Buscar&redir=0

Desta lista de hospitais públicos, o mais prestigiado na área da gripe suína é o Muñiz.
Outro hospital de destaque é o M.Ferrer, de doenças respiratórias.
E, para aqueles que ficarem na área da Retiro-Recoleta-Palermo, uma opção é o hospital Fernández.
Recomendo que imprimam a lista (na hora da correria não há tempo para entrar na internet…).
Cada hospital tem um link, com mais dados sobre cada instituição.

PEQUENO GLOSSÁRIO SOBRE A GRIPE E QUANDO ALGUÉM PASSA MAL:
Gripe suína: gripe porcina

Febre: fiebre

Tenho febre: tengo fiebre

Suor: sudor

Eu suei muito ontem à noite: sudé mucho ayer a la noche

Sinto calafrios: siento escalofrios

Não tenho fome: no tengo hambre

Tenho sede: tengo sed

Estou doente: estoy enfermo

Estou muito doente: estoy muy enfermo

Este é o telefone de minha família no Brasil, caso aconteça alguma coisa comigo: este es el teléfono de mi família en Brasil, si me pasa algo

Preciso ligar para o Brasil, por favor: necesito llamar a Brasil, por favor

Um médico por favor: un médico, por favor

Enfermeira: enfermera

Andar (de um hospital, por exemplo, “o quarto andar”): piso (por exemplo, traduzindo a frase anterior, “el piso quatro”)

Muito obrigado: muchas gracias

ATENÇÃO
TEATROS FECHADOS, por causa da gripe suína:

A Associação de Produtores Teatrais anunciou às 15:20 hs desta segunda-feira que não haverá obras teatrais na cidade de Buenos Aires e no resto do país durante 10 dias.

As autoridades portenhas não haviam proibido a realização de obras teatrais. Mas, por prevenção, a Associação dedidiu tomar essa medida.

Tal como havia dito acima, as medidas de prevenção podem tornar-se mais rigorosas ao longo da semana.
Elas podem vir em pacote ou de forma isolada. E podem ocorrer mais medidas amanhã como também podem passar dias para o anúncio de novas medidas.

Para aqueles que venham a passeio na cidade, recomendo que preparem um bom plano de caminhadas. Isto é, uma alternativa ao ar livre, para o caso de mais lugares fechados nos próximos dias.

talkspig
Bom início de semana a todos!

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