O sonho de Zhang Yimou

O sonho de Zhang Yimou

Cláudia Trevisan

25 de agosto de 2008 | 07h26

O espetáculo de encerramento da Olimpíada de Pequim não foi tão poético quanto o de abertura, mas teve momentos memoráveis na demonstração da habilidade dos chineses em acrobacia e artes marciais.
A exaltação da grandiosidade da civilização chinesa que marcou o início dos Jogos também esteve ausente na despedida. Não houve referências aos 5.000 anos de história do país e o cineasta Zhang Yimou preferiu transmitir uma imagem alegre e amigável da nova China.
Ao lado da sofisticação dos números de acrobacia e dança, houve momentos kitsch, especialmente quando se apresentaram os cantores. Mas nada diminui a grandiosidade da festa, que teve fogos de artifício exuberantes e enormes tambores flutuantes.
Aí vão algumas imagens:

O clima de sonho criado pelo cineasta Zhang Yimou, com tambores suspensos por cabos de aço, dançarinas equipadas com 1.000 sinos de metal cada e acrobatas conduzindo rodas iluminadas
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Torre de 23 metros de altura emerge do palco central e é escalada por acrobatas. No alto, dois artistas simulam movimentos atléticos
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Depois que a Pira Olímpica foi apagada, acrobatas acenderam uma pira humana na estrutura, chamada de Torre da Memória
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Um dos desenhos feitos pelos acrobatas na torre
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Fitas são presas no alto da torre por uma das extremidades
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Cabos de aço levantam a outra extremidade para formar uma enorme flor
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Suspensos em cabos de aço, acrobatas fazem movimentos no alto do estádio
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