Campanha de Hillary anuncia que participará de recontagem de votos das eleições americanas

Campanha de Hillary anuncia que participará de recontagem de votos das eleições americanas

Processo foi proposto pela candidata do Partido Verde, Jill Stein, que citou o trabalho de um cientista de computação que sugeriu uma teoria de que a votação pode ter sido manipulada

Redação Internacional

26 de novembro de 2016 | 18h31

WASHINGTON – Representantes do comitê de campanha da democrata Hillary Clinton planejam participar do esforço para recontar as cédulas de votação nos três Estados que deram vitória ao presidente eleito dos EUA, Donald Trump, segundo um advogado da ex-secretária de Estado, Marc Elias.

Em seu blog, Elias disse que seria importante para a campanha ser representada em qualquer procedimento legal e monitoramento público nos esforços de recontagem lançados pela candidata do Partido Verde, Jill Stein.

Candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, derrotada pelo republicano Donald Trump (Foto: REUTERS/Jim Young/File Photo)

Candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, derrotada pelo republicano Donald Trump (Foto: REUTERS/Jim Young/File Photo)

“Agora que a recontagem foi reiniciada em Wisconsin, nós pretendemos participar para garantir que os procedimentos sejam justos para todos os lados”, escreveu Elias, acrescentando que a campanha também participaria de recontagens planejadas na Pensilvânia e em Michigan.

Jill Stein, a nomeada do Partido Verde para a presidência, anunciou nesta semana que pressionaria por recontagens em Estados como Wisconsin, Michigan e Pensilvânia, citando o trabalho de um cientista de computação, que sugeriu uma forma teórica de que a votação pode ter sido manipulada ou hackeada.

Não há evidências de adulteração até agora, mas uma recontagem das cédulas e uma audiência forense das máquinas eletrônicas de votação podem diminuir preocupações de irregularidades, de acordo com a campanha de Jill. /DOW JONES NEWSWIRES

Tudo o que sabemos sobre:

Hillary ClintoneleiçõesEstados Unidos

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.