Hillary confessa que não quis sair de casa após perder eleições para Trump

Hillary confessa que não quis sair de casa após perder eleições para Trump

Em sua primeira aparição pública após reconhecer a derrota, democrata pediu aos seus eleitores que ‘acreditem no país’ e ‘lutem por seus valores’

Redação Internacional

17 de novembro de 2016 | 07h43

WASHINGTON – A ex-candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, confessou na quarta-feira que desde que perdeu as eleições para o republicano Donald Trump, viveu momentos nos quais não quis sair de sua casa.

“Houve alguns momentos durante esta semana em que tudo o que eu queria era me enroscar com um bom livro ou nossos cachorros e não sair mais de casa”, reconheceu Hillary, durante um discurso em Washington, em sua primeira aparição pública desde que reconheceu a derrota nas eleições. Ela participou de um evento de gala do Children’s Defense Fund.

Candidata democrata às eleições americanas, Hillary Clinton, foi derrotada pelo republicano Donald Trump (Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP)

Candidata democrata às eleições americanas, Hillary Clinton, foi derrotada pelo republicano Donald Trump (Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP)

Durante seu discurso, que durou aproximadamente 20 minutos, Hillary pediu aos seus eleitores que “acreditem no país”, “lutem por seus valores” e “nunca, nunca abandonem”. “Sei que muitos de vocês estão decepcionados pelo resultado das eleições. Eu também estou, mais do que posso expressar”, afirmou a ex-primeira-dama.

“Mas nossa campanha nunca foi sobre uma pessoa ou uma eleição, foi sobre o país que amamos e sobre construir os EUA com esperança, de forma inclusiva e com um grande coração”, disse. Hillary ainda pediu para aos seus eleitores “sigam comprometidos em todos os níveis” para “superar” a presidência de Trump.

A ex-secretária de Estado perdeu no dia 8, contra todas as previsões, as eleições presidenciais para o magnata Donald Trump, que ganhou por 306 votos no colégio eleitoral contra 232, apesar de a democrata o ter superado no voto popular. / EFE

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