Trump agora diz que não quer mais investigações sobre Hillary

Porta-voz diz que presidente eleito pretende ajudá-la a não ser vista como desonesta

Redação Internacional

22 de novembro de 2016 | 13h45

WASHINGTON – O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, desistiu de pedir à Justiça que sua rival na disputa, a democrata Hillary Clinton, seja investigada no caso do uso de um servidor privado de e-mails quando ela era secretária de Estado do presidente Barack Obama.

Em um dos debates da campanha, o magnata disse que “se ele fosse presidente, ela estaria na cadeia”, o que provocou preocupações de que ele perseguisse judicialmente seus rivais. Além disso, em seus comícios, seus partidários gritavam “Prendam-na”.

Presidente eleito nos EUA, Donald Trump (Foto: AP Photo/Carolyn Kaster)

Presidente eleito nos EUA, Donald Trump (Foto: AP Photo/Carolyn Kaster)

Segundo a rede de TV MSNBC, Trump agora acredita que a ex-candidata “já teve o sufuciente”. “Hillary ainda tem de lidar com o fato de a maioria dos americanos acharem que ela é desonesta, mas Trump pode ajudá-la e isso pode ser bom”, disse a assessora do presidente eleito Kellyanne Conway.

O FBI investigou Hillary e chegou à conclusão de que ela foi descuidada, mas não havia elementos para indiciamento. Hillary reconheceu ter usado servidores privados e que isso era um erro, mas negou haver tráfico de influência relacionado à prática. /REUTERS

Tudo o que sabemos sobre:

Donald TrumpHillary Clinton

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.