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Da geração de Ronaldo e Guga Kuerten à de Eduardo Saverin e Mike Krieger

gustavochacra

11 de abril de 2012 | 12h14

Nasci na segunda metade dos anos 1970. Os dois brasileiros mais bem sucedidos da minha geração foram o Ronaldo e o Guga Kuerten. Já os brasileiros com maior destaque no mundo que nasceram no fim dos anos 1980 são Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook, e Mike Krieger, do Instagram.

Antes, brasileiros ricos e conhecidos ainda na faixa dos 20 anos estavam nos estádios, nos shows de rock ou nas novelas da Globo. Hoje, estão na capa do New York Times, do Wall Street Journal e em filmes de Hollywood. Fizeram faculdades como Harvard e Stanford. Vivem em Boston ou Palo Alto.

Certamente, muita gente com 15 anos ainda sonha em ter a sua banda de rock, conquistar a primeira Libertadores pelo Corinthians ou ser o próximo Rodrigo Santoro. Mas, como vi ontem no MIT, alguns destes jovens almejam mesmo ser o próximo Eduardo ou Mike, um menino que até alguns anos atrás brincava com os amigos em Alphaville e hoje tem US$ 100 milhões em sua conta bancária.

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O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” e do portal estadão.com.br em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

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