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EUA completam 4 anos e 40 milhões de voos sem acidente

gustavochacra

12 de fevereiro de 2013 | 12h27

Um acidente aéreo sempre domina as manchetes dos jornais e o noticiário da televisão por dias. Existe um medo entre nós de morrermos em um acidente aéreo. Qualquer brasileiro sabe recitar os acidentes da Varig em Orly, o primeiro da TAM em Congonhas, o da Gol, o segundo da TAM em Congonhas e o da Air France.

Obviamente, quando um voo decola e chega ao seu destino sem problemas, como dezenas de milhares todos os dias ao redor do mundo, não damos bola. Mesmo assim, é importante destacar que, hoje, 12 de fevereiro de 2013, completa-se o quarto aniversário sem nenhum acidente aéreo com mortes nos EUA. São quase 30 mil voos por dia, 365 dias por ano em quatro anos. Ao todo, 43.800.000 (quarenta e três milhões e oitocentos mil) voos sem acidentes nos EUA.

Estas notícias, sobre a segurança aérea, precisam ser destacadas. Voar é seguro, embora não seja 100% seguro. O importante é o avanço. Ao entrar em um avião, a pessoa pode ter a quase certeza de que chegará segura ao destino. Hoje, nos EUA, o maior problema de um voo se tornou a necessidade de pagar pelas refeições dentro do avião mesmo em viagens longas como de Nova York a San Francisco. A probabilidade de cair é menor do que uma em quarenta milhões (0,0000025%).

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O jornalista Gustavo Chacra, correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” em Nova York e nas Nações Unidas desde 2009 e comentarista do programa Globo News Em Pauta, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Iêmen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti, Furacão Sandy, Eleições Americanas e crescimento da Al-Qaeda no Iêmen.  No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo, empatado com o blogueiro Ariel Palacios

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