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Há 3 décadas, em Beirute, ato terrorista transformou o Oriente Médio

gustavochacra

23 de outubro de 2013 | 08h30

Neste 23 de outubro, completa-se 30 anos do atentado em Beirute que matou 241 marines americanos e cerca de 80 franceses. Eles estavam no Líbano para tentar manter a ordem e auxiliar o governo a estabilizar o país em meio a uma sangrenta guerra civil. Há suspeitas, nunca comprovadas, de que o Irã junto com grupos libaneses que serviriam de embrião para o Hezbollah, teriam sido os responsáveis.

Esta ataques terroristas, junto com o outro contra a embaixada americana, no corniche em Beirute, dariam início a uma nova era no Oriente Médio. Demonstrou o fracasso de intervenções militares, como ocorreria posteriormente no Iraque. E o início de uma nova era de terrorismo suicida em larga escala.

Beirute, hoje, está reerguida da Guerra Civil. Deixou de ser sinônimo de morte e voltou a ser a mais liberal e cosmopolita cidade do mundo árabe. Bagdá e Damasco passaram a ser associadas a violência, embora a capital da Síria ainda seja uma bolha de relativa estabilidade em uma nação destruída pelo conflito civil.

Obs. Peço desculpa pelos erros de digitação, mas escrevi este texto pelo celular

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