Brasil no mapa do terror

Lourival Sant'Anna

24 de julho de 2016 | 13h49

A constatação de que a mensagem do Estado Islâmico pode canalizar a agressividade de brasileiros comuns abre um novo horizonte de ameaças que, embora seja potencializado pelos Jogos Olímpicos, não se encerrará com eles. Numa das maiores ações da Al-Qaeda, mais de 200 quenianos e tanzanianos foram mortos em atentados contra embaixadas americanas, em 1998. Os alvos estão por toda parte. Para derrotar o terrorismo, é preciso combatê~lo não só no campo policial e militar, mas também no da propaganda.

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