‘Brasil tem treinado muito’ para enfrentar terrorismo, diz adido de Defesa americano

Lourival Sant’Anna

10 Maio 2016 | 20h33

O coronel americano José Espinosa reconhece que é difícil preparar-se para o terrorismo, dada a sua imprevisibilidade. “Estamos rezando para que não aconteça nada nos Jogos Olímpicos”, me disse ele, entrevista durante o último treinamento das forças de segurança contraterrorismo antes da Olimpíada, no Comando de Operações Especiais do Exército, em Goiânia.

Participam do exercícios homens e mulheres das Forças Armadas, da Polícia Federal e das polícias militares e civis dos Estados onde haverá jogos de futebol, além do Rio. Adidos militares de 23 países vieram ver como o Brasil está se preparando para enfrentar a ameaça do terrorismo.

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