Nacionalismo e futebol

Lourival Sant’Anna

15 Julho 2018 | 17h04

A Copa é sempre um retrato do mundo. A presença de jogadores croatas, sérvios e kosovares expôs na Rússia as feridas abertas dos Bálcãs. Todos os países têm contas a acertar com os direitos humanos. O esporte tem mais a ensinar à política do que o contrário. Ele oferece a chance de trocar o nativismo e a xenofobia por um patriotismo lúdico, com respeito pelo adversário.

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