Policiais prendem mulher que escalou base da Estátua da Liberdade
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Policiais prendem mulher que escalou base da Estátua da Liberdade

Mais cedo, várias pessoas conseguiram pendurar uma faixa com uma mensagem pedindo o fim do Escritório de Imigração nos EUA nos pés da estátua

Redação Internacional

04 Julho 2018 | 18h05

NOVA YORK – Uma mulher protestando contra a política migratória dos EUA escalou a base da Estátua da Liberdade e obrigou as autoridades a esvaziar o local turístico em pleno feriado da independência no país. Mais cedo, seis ativistas fizeram um protesto no pedestal da estátua e foram presos.

A mulher conseguiu subir cerca de 30 metros e se alojar na base da estátua levando policiais a uma longa tentativa de tirá-la do local em segurança. A operação durou cerca de quatro horas, com policiais escalando a base e conseguindo alcançar a mulher. TVs americanas transmitiram tudo ao vivo. A mulher foi levada sob custódia.

Imagem de mais cedo mostra grupo tentando pendurar faixa na estátua. Foto: AP

 

Mais cedo, várias pessoas conseguiram pendurar uma faixa com uma mensagem pedindo o fim do Escritório de Imigração nos EUA nos pés da Estátua da Liberdade e foram presas.

Inicialmente, o grupo que organizou o protesto, o Rise and Resist, disse que a mulher não tinha nenhuma ligação com ele. Mais tarde, esclareceu que ela faz parte sim do grupo, mas ninguém tinha ideia de que ela tentaria escalar a base da estátua após o primeiro protesto.

O porta-voz do National Park Service, Jerry Willis, disse que ao menos seis pessoas foram levadas sob custódia. Ele explicou que o código federal proíbe pendurar faixas em monumentos no país.

A faixa pedia a “abolição do I.C.E”, divisão do Departamento de Segurança Interna responsável em prender e deportar imigrantes ilegais dentro dos EUA, entre outras funções.

Ativistas do Rise and Resist disseram que penduraram a faixa para protestar contra a atual política migratória dos EUA. Eles se opõem à administração Donald Trump e militam pelo fim das deportações e separações de famílias na fronteira entre México e EUA. / COM AP