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A repercussão da aproximação entre Cuba e EUA pelo mundo

Redação Internacional

17 de dezembro de 2014 | 16h04

Líderes mundiais, latino-americanos e dissidentes cubanos comentaram a retomada de relações diplomáticas entre Cuba e os EUA, anunciadas hoje pelos presidentes Raúl Castro e Barack Obama.  Veja as principais declarações:

Yoani Sánchez, dissidente cubana: “O castrismo venceu, ainda que Alan Gross tenha saído vivo de uma prisão que poderia se tornar o seu túmulo. No jogo da política, os totalitarismos sempre conseguem se impor sobre as democracias”

Guillermo Fariñas, dissente cubano:  “Se o reestabelecimento das relações diplomáticas entre Havana e Washinton é para se obter o levantamento do embargo econômico, financeiro e comercial deflagrado para se obter a democracia em Cuba, isso é uma traição ao povo de Cuba e a todos os que caíram, estão presos e lutam pela democracia na ilha. Porque o importante é pressionar o governo cubano, que está em um estado praticamente de colapso, para que se caminhe na direção de um estado de direito” 

Elizardo Sánchez, dissidente cubano: “Temos que ver que atitudes o governo de Raúl Castro vai tomar dentro da ilha daqui por diante”

Papa Francisco: “Estou compadecido com essa decisão histórica”

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela:“É uma vitória de Fidel e do povo cubano. A libertação dos presos que estavam nos EUA é uma vitória da ética, de Fidel e dos cubanos”

Dilma Rousseff:  “Nunca imaginávamos ver esse momento entre EUA e Cuba”

 

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