As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

A semana em sete notícias

Paula Carvalho

30 de janeiro de 2010 | 07h00

Leia abaixo as notícias mais importantes da semana publicadas na editoria de Internacional.

Domingo, 24 de janeiro – Agonizante, Estado haitiano põe à prova capacidade de reconstrução. Matéria de Lourival Sant’Anna, enviado especial ao Haiti, mostra que catástrofe humanitária reverte tímido avanço institucional e econômico iniciado por missão da ONU em 2004.

Segunda-feira, 25 de janeiro – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defende uma mudança no mandato da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah), chefiada pelo Brasil. Segundo Jobim, a Minustah deveria deixar de ser apenas uma missão de manutenção da segurança para assumir um papel também na reconstrução do país, devastado pelo terremoto do dia 12.

Terça-feira, 26 de janeiro – O premiê canadense, Stephen Harper, disse, durante a conferência ministerial preparatória para a reconstrução do Haiti, realizada em Montreal, que levará pelo menos dez anos para que o Haiti seja reconstruído. “Não é um exagero dizer que dez anos de trabalho duro nos esperam no Haiti”, disse Harper. Durante o encontro, ficou decidido que a conferência de doadores será realizada em março na sede da ONU, em Nova York.

Quarta-feira, 27 de janeiro – Os protestos estudantis contra a saída do ar da emissora Rádio Caracas Televisión (RCTV) causaram, entre segunda-feira à noite e terça-feira, duas mortes em Mérida, oeste da Venezuela, informou o governador do Estado, Marcos Díaz, chavista.

Quinta-feira, 28 de janeiro –  Uma hora após a posse do presidente Porfírio ‘Pepe’ Lobo, o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, partiu para o exílio em um avião cedido pela República Dominicana, encerrando uma crise política que já se estendia por oito meses. Mas, ao sair da embaixada brasileira, onde estava abrigado desde 21 de setembro, Zelaya prometeu: “Voltaremos, voltaremos.”

Sexta-feira, 29 de janeiro – Com expurgo da velha-guarda, presidente venezuelano, Hugo Chávez, busca reafirmar liderança. Nova geração de chavistas nomeados para o governo é menos resistente às decisões do presidente, dizem analistas.

Sábado, 30 de janeiro – Quase sete anos depois de ter enviado tropas britânicas à Guerra do Iraque, o ex-premiê Tony Blair disse que invadiria novamente o país para conter uma ameaça como a que representava o ex-ditador Saddam Hussein após os ataques de 11 de setembro de 2001. Em seu depoimento no inquérito público que investiga a entrada da Grã-Bretanha no conflito, o ex-primeiro-ministro negou a existência de um “acordo secreto” com o ex-presidente americano George W. Bush, em 2002, um ano antes do início da guerra.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.