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A semana em sete notícias

Paula Carvalho

12 de dezembro de 2009 | 11h00

Aproveite para se atualizar nos assuntos que foram notícia esta semana no caderno de Internacional do Estadão com o resumo das principais matérias que foram destaque no impresso.

Domingo, 6 de dezembro – Quase quatro anos depois de sua eleição para a presidência da Bolívia, o ex-líder cocaleiro Evo Morales daria no domingo um dos mais importantes passos para a consolidação de seu projeto de “refundar o país” por meio de uma nova Constituição. Com uma popularidade cada vez maior – consequência de um período econômico favorável e de programas sociais dirigidos à camada da população localizada abaixo da linha de pobreza –, Evo seguia como o favorito na eleição presidencial.

Segunda-feira, 7 de dezembro – Projeções com base na apuração oficial indicavam a vitória arrasadora do presidente Evo Morales na Bolívia. Segundo contagem informal feita pelas redes de TV locais com base em pesquisas de boca de urna, com 91% dos votos apurados, ele obtinha 63% – 36 pontos porcentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o opositor Manfred Reyes Villa (27% dos votos). O empresário Samuel Doria Medina teria ficado com 6%.

Terça-feira, 8 de dezembro – A vitória esmagadora de Evo Morales nas eleições de domingo foi além da conquista de mais um mandato. Ao praticamente obter a maioria de dois terços na Assembleia Plurinacional – composta pelo Senado e pela Câmara –, Evo também conseguiu total controle do Executivo e do Legislativo, consolidando seu poder no país.

Quarta-feira, 9 de dezembro – Com o Iraque se preparando para eleições parlamentares em 7 de março, Bagdá foi palco na terça-feira de cinco atentados coordenados. Os terroristas utilizaram carros-bomba e suicidas na onda de ataques – a terceira desta dimensão desde agosto. A região central da capital iraquiana foi mais uma vez o alvo principal.

Quinta-feira, 10 de dezembro – O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, preparava-se para deixar a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está abrigado desde 21 de setembro, e partir para o México, informou a agência Reuters, citando uma fonte do governo mexicano.

Sexta-feira, 11 de dezembro – O governo mexicano anunciou na quinta-feira que não há mais possibilidades de acolher o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya. Um avião oficial, que estava em El Salvador aguardando a liberação de Zelaya, voltou para o México.

Sábado, 12 de dezembro – A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, classifica como uma “péssima ideia” a aproximação de países da América Latina com o Irã e diz, em tom de ameaça, que se essa relação não mudar, haverá “consequências”, mas não especifica quais seriam.

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