AO VIVO: Os discursos na abertura da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU
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AO VIVO: Os discursos na abertura da 66ª sessão da Assembleia-Geral da ONU

Redação Internacional

23 Setembro 2011 | 07h13

NOVA YORK – Acompanhe ao vivo as palavras dos líderes mundiais na 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Assista ao vídeo ao vivo direto da ONU e leia, logo abaixo, os comentários da equipe de jornalistas do estadão.com.br e dos correspondentes em Nova York, Gustavo Chacra e Lisandra Paraguassu. Os posts estão no horário de Brasília.

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22h20 – Os chanceleres da Grécia, Stavros Lambrinidis, e da Bulgária, Nickolay Mladenov, encerraram os discursos do dia na Assembleia-Geral da ONU.

21h30 – Discursaram ainda o presidente de Madagascar, Andry Nirina Rajoelina, o primeiro-ministro de Fiji, Josaia Bainimarama, a primeira-ministra do Mali, Cissé Kaidama Sidibé, o presidente da Suazilândia, Sibusiso Dlamini, o presidente de Granada, Tillman Thomas, o presidente do Timor Leste, Kay Rala Gusmão.

19h52 – Quem discursa agora é Andry Nirina Rajoelina, presidente de Madagascar.

19h35 – O presidente do Kiribati, Anote Tong, sobe ao palanque.

19h20 – É a vez de Ikililou Dhoinine, presidente das Ilhas Comores.

18h59 – Nkurunziza dá lugar a Emanuel Mori, presidente dos Estados Federados da Micronésia.

18h44 – Pierre Nkurunziza, presidente do Burundi, é o próximo a discursar.

18h30 – Ele fala, obviamente, da situação crítica que o país ainda vive após o terremoto que arrasou o país em janeiro de 2010. Mais de um ano e meio depois da tragédia, os haitianos ainda sofrem com as condições precárias e muitos vivem em campos de desabrigados na capital, Porto Príncipe.

18h29 – Fala agora o presidente do Haiti, Michel Martelly.

18h25 – Issoufou apontou para os conflitos atuais no mundo. Ele afirmou que o mundo não pode vive hostilidades e se dividir entre o Ocidente cristão e o muçulmanos extremistas. O nigerino advogou pela liberdade religiosa e afirmou que a humanidade não pode retroceder à barbárie com esses conflitos.

18h00 – É a vez do presidente do Níger, Mahamadou Issoufou.

17h45 – Marcus Stephen, presidente do Nauru, é o próximo.

17h30 – No palanque, discursa Isaias Afwerki, presidente da Eritreia.

17h15 – Quem fala agora é Alpha Condé, presidente da Guiné.

17h – Tadic fala sobre os Bálcãs. Ele elogia a decisão do Conselho de Segurança da ONU de conceder à Sérvia um mandato para investigar crimes de guerra e contra a humanidade cometidos nas várias guerras pelas quais a região passou noas últimas décadas. Várias suspeitos foram presos e levados ao Tribunal Penal Internacional de Haia, o que “contribuiu para a reintegração regional”.

16h51 – Fala agora Boris Tadic, presidente da Sérvia.

16h45 – O Quarteto para o Oriente Médio estabelece um novo quadro de prazos para israelenses e palestinos. Uma primeira reunião deve ocorrer dentro de um mês para que sejam acertados os termos da retomada das negociações de paz. Além disso, os lados têm três meses para apresentar propostas e seis meses para conseguirem o que o grupo chamou de “progressos substanciais”.

16h28 – Schmitt encerra sua fala e dá lugar a Ernest Bai Koroma, presidente da Serra Leoa.

16h21 – O presidente húngaro diz apoiar as revoltas e a ajuda internacional aos países onde elas ocorrem, mas alertou que o respeito aos direitos humanos e os valores democráticos devem prevalecer sem que princípios culturais e religiosos sejam sobrepostos.

16h18 – Schmitt disse que pontuará as políticas de seu país para três pontos – Primavera Árabe, desenvolvimento financeiro e doenças.

16h16 – Após quase uma hora, os chefes de Estado voltam a falar. Quem abre o segundo bloco é Pál Schmitt, presidente da Hungria.

15h25 – “Os processos pela paz estão sujeitos a erros e acertos, mas não devem ser nunca abandonado”, afirma o sueco, que encerra o primeiro-bloco de discursos desta sexta-feira.

15h08 – Netanyahu conclui o discurso, que é aplaudido por sua delegação e, em seguida, pelos presentes. O próximo a falar é o premiê da Suécia, Fredrik Reinfeldt.

15h07 – “Vamos falar ‘dugri'”, diz, usando uma expressão em árabe que significa “diretamente”. “Não posso fazer paz sem você, presidente Abbas”. Ele diz ainda que estende a mão para a paz.

15h06 – O premiê sugere que o presidente palestino deveria se reunir com ele ali mesmo, em Nova York. “O que pode nos parar de nos reunir e começar, hoje mesmo, negociações de paz?”

15h05 – Netanyahu se dirige ao presidente palestino: “Temos que parar de negociar sobre as negociações. Vamos negociar a paz”. Ele é novamente aplaudido. “Se você quiser, posso ir a Ramallah”, diz.

15h04 – O premiê de Israel volta à questão dos assentamentos, dizendo que nenhum outro primeiro-ministro israelense congelou construções nos locais durante dez meses, como ele fez. Segundo ele, “não houve nenhuma resposta” dos palestinos.

15h03 – Netanyahu: “Os palestinos precisam levar a sério as exigências de segurança de Israel”.

15h02 – Segundo o correspondente Gustavo Chacra, que está em Nova York, “a mega tempestade na cidade atrapalhou manifestações contra e a favor da iniciativa palestina nas Nações Unidas”.

15h02 – Há apenas uma pessoa da delegação palestina presente no discurso de Netanyahu. O presidente Abbas não está no local.

15h01 – Netanyahu: Palestinos precisam viver em um Estado deles mesmos. Mas precisam estar prontos a fazer concessões.

14h58 – Netanyahu menciona mais uma vez o presidente palestino. “Abbas disse que a principal questão do conflito são os assentamentos. Irônico, nosso conflito dura sessenta anos e não havia assentamentos 60 anos atrás”. Segundo ele, os assentamentos são um resultado do conflito, não o principal motivo. Ele reconhece que o tema precisa ser reconhecido.

14h57 – Netanyahu disse também que já chegou o momento no qual os palestinos devem reocnhecer o Estado judaico de Israel. “Não queremos que os palestinos tentem mudar o caráter judaico do nosso Estado”.

14h55 – Netanyahu fala do soldado Gilad Shalit, capturado pelo Hamas em 2006. Ele diz que o grupo, que controla a Faixa de Gaza, viola uma lei internacional ao não permitir acesso ao soldado capturado. “Gilad Shalit é o filho de cada israelense”, diz.

14h54 – “Não seremos os últimos a receber o Estado palestino na ONU – seremos os primeiros, diz. Ele é aplaudido.

14h52 – O premiê de Israel fala das dimensões do país e as compara com os Estados Unidos e com Nova York. “O país é muito pequeno”. Netanyahu diz que enquanto leva-se seis horas para cruzar os EUA em um avião, em Israel isso pode ser feito em três minutos.

14h50 – “Os críticos nos pressionam a fazer concessões, sem preocupação com a segurança”, diz.

14h47 – Netanyhu faz referência ao discurso de Abbas, presidente palestino, logo antes. “Abbas disse que os palestinos estão armados com esperança – sim, esperança e mísseis”, afirma.

14h45 – “Quando Israel deixou o Líbano e a Faixa de Gaza, os moderados não venceram os radicais, os moderados foram devorados pelos radicais”, diz.

14h44 – “Deixamos Gaza querendo paz”, diz Netanyahu. “Demos as chaves de Gaza para o presidente Abbas”.

14h42 – Netanyahu diz que a primavera árabe pode se tornar o “inverno iraniano” e adverte sobre programa nuclear de Teerã.

14h41 – “Não posso arriscar o futuro do povo judeu por um pensamento otimista”, diz o premiê.

14h41 – A comunidade internacional precisa parar o Irã antes que seja tarde demais, diz Netanyahu.

14h37 – Netanyahu afirma que a verdade é que Israel quer paz com os palestinos, mas os palestinos querem um Estado sem paz. “Vocês não devem permitir isso”, diz, dirigindo-se às delegações.

14h35 – “Não vim aqui por aplausos, vim para dizer a verdade”, diz o premiê. Ele é aplaudido.

14h34 – Netanyahu ataca a ONU e diz que o Hezbollah controla o Conselho de Segurança. O correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, lembra que o Líbano preside o CS e que o Hezbollah integra (de forma ultra minoritária) o governo libanês.

14h33 – A imagem de Israel normalmente pintada neste local não é a real, diz o premiê israelense. Netanyahu faz seu discurso em inglês, idioma que domina.

14h32 – “Acima de tudo, estendo minha mão por paz ao presidente palestino, com quem queremos ter paz”. Netanyahu é aplaudido.

14h30 – O premiê israelense Benjamin Netanyahu começou seu discurso. Logo no início, ele diz que estende a mão por paz.

14h29 – Segundo o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, que acompanha a Assembleia-Geral da ONU, o ministro de Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, deixou a sala quando Abbas falou.

14h28 – De acordo com o Twitter oficial do premiê israelense Benjamin Netanyahu, ele está neste momento fazendo os últimos ajustes no discurso que fará logo mais diante da Assembleia-Geral da ONU

14h24 – O butanês pede que sejam repensados os parâmetros de desenvolvimento econômico atuais, para que pequenos países – como o próprio Butão, situado entre a Índia e a China – tenham maiores oportunidades e reduzam a pobreza e a desigualdade social.

14h18 – Discursa agora o primeiro-ministro do Butão, Lyonchoen Jigmi Yoezer Thinley.

14h15 – Noda termina seu discurso pontuando alguns aspectos sobre o terremoto que deu início a uma crise nuclear no Japão em março. Ele agradeceu a comunidade internacional por seus esforços de ajuda e, principalmente, elogiou o povo japonês pela força demonstrada frente a tragédia.

13h57 – O premiê do Japão começou seu discurso falando sobre o terremoto e a tsunami que devastaram o país em março. Ele cita e agradece a ajuda dada ao país, incluindo a de alunos de uma escola brasileira, que se juntaram para arrecadar dinheiro e comida para os desasbrigados do país.

13h55 – O próximo a falar é Yoshihiko Noda, o primeiro-ministro do Japão.

13h54 – De acordo com um jornalista da RFI, houve um confronto entre manifestantes diante da sede da ONU em Nova York durante a fala de Abbas.

13h54 – Ao concluir o discurso, Abbas é demoradamente aplaudido, de pé, pela maioria dos diplomatas presentes na sala da Assembleia-Geral da ONU. Em Ramallah, a cena é a mesma. Palestinos reunidos na praça al-Manara, a principal da cidade, aplaudem e sacodem bandeiras.

13h52 – Trouxe hoje uma mensagem muito importante, diz Abbas.

13h51 – O apoio dos  países do mundo para o nosso  esforço é uma vitória  da verdade, liberdade, justiça, lei e legitimidade internacional, e oferece  um grande apoio para a opção de paz e aumenta as chances de sucesso das negociações.

13h49 – Abbas diz que entregou a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, o pedido formal para o reconhecimento do Estado palestino nas fronteiras pré-1967. Ele é aplaudido de pé e demoradamente por muitos diplomatas.

13h47 – Abbas diz que o desejo do povo palestino, “meu povo”, é exercer o direito de ter uma vida normal, “como o resto da humanidade”. Ele continua: “Fico aqui, fico aqui, permanentemente aqui, eternamente aqui, e temos apenas um objetivo, só um, só um: ser”. Trata-se de uma menção ao poeta palestino Mahmoud Darwish.

13h46 – Chegou o momento para que nossos homens, mulheres e crianças vivam vidas normais, diz Abbas.

13h45 – Chegou o momento da “primavera palestina”, o tempo de independência, diz o presidente palestino. Ele é bastante aplaudido em seguida.

13h43 – Abbas pergunta se o mundo “permitirá que Israel continue com sua ocupação, a única ocupação no mundo?”

13h42 – Este é o momento da verdade, diz o presidente palestino. “Meu povo está esperando a resposta do mundo”.

13h39 –  “O Estado que queremos será um Estado caracterizado pela Lei, pelo exercício da democracia e pela proteção das liberdades e igualdade para todos os cidadãos, sem qualquer discriminação”.

13h34 – Abbas: “Vamos construir um futuro para nossas crianças, onde elas possam ter liberdade, segurança e prosperidade”. E continua, em um apelo aos israelenses: “Vamos construir pontes de diálogo em vez de postos de controle e muros de separação”.

13h31 – Abbas menciona palestinos presos em cadeias israelenses e pede a liberação deles “sem atraso”.

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Abbas fala diante da Assembleia-Geral da ONU nesta sexta-feira

13h30 – O objetivo do povo palestino é realizar seus direitos nacionais, com a criação do Estado palestino, tendo Jerusalém oriental como capital, diz Abbas.

13h28 – “Porque acreditamos na paz e temos a coragem de tomar decisões difíceis, decidimos tomar o caminho da Justiça”, diz o presidente palestino. Ele diz que a decisão difícil foi aceitar a formação do Estado palestino em apenas 22% do território original.

13h25 – Ao mencionar o líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, Abbas é aplaudido. Ele diz que Arafat esteve naquela mesmo palanque há alguns anos.

13h22 – Os moradores de Ramallah seguem, na rua, o discurso do presidente palestino.

13h21 – Segundo o presidente palestino, o “poder ocupante”, como ele chama Israel, segue com medidas que minam o potencial de criação do Estado palestino.

13h18 – Abbas menciona o fato de que o governo israelense segue aprovando a construção em assentamentos nos territórios palestinos, o que ele chama de “confiscamento de terras palestinas”.

13h17 – De acordo com o correspondente do estadão.com.br em Nova York, Gustavo Chacra, pouco antes de começar o discurso o presidente da AP apresentou requerimento formal pedindo a integração da Palestina como membro pleno das Nações Unidas. Na foto abaixo, Abbas entrega ao secretário-geral da ONU o pedido formal.

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13h16 – Há um ano, diz Abbas, todos tínhamos grandes expectativas sobre uma nova rodada de negociações entre israelenses e palestinos.

13h14 – Abbas: “A trajetória palestina está intimamente ligada à da ONU”.

13h13 – O presidente palestino começa o discurso mencionando o Sudão do Sul, país que mais recentemente se uniu às Nações Unidas, tornando-se a 193ª nação reconhecida internacionalmente.

13h12 – Abbas sobe ao palanque e começa a falar, dirigindo-se aos presentes.

13h11 – Ao ser anunciado, Abbas é demoradamente aplaudido pelos diplomatas presentes na sala da Assembleia-Geral.

13h10 – O próximo a falar é o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmud Abbas, que já foi anunciado.

13h09 – “Há uma década, os Estados Unidos experimentaram o que foi a maior atrocidade de todos os tempos”, diz o presidente armênio. Ele completa dizendo que seu país está disposto a colaborar com o fim da intolerância e do terrorismo.

13h05 – Sargsyan, presidente armênio, fala sobre esforços para combater massacres.

12h52 – Houve uma inversão na ordem dos discusos divulgada pela ONU. Após o presidente do Sudão do Sul, quem discursa no momento é Serzh Sargsyan, presidente da Armênia.

12h36 – Após o presidente da Armênia, Serzh Sargsyan, a palavra é dada ao presidente do mais novo membro das Nações Unidas, a Sudão do Sul.

12h13 – Os presidente do Djibouti, Ismael Omar Guelleh, e da Namibia, Hifikenuye Pohamba, discursaram.

11h50 – O representante do Sri Lanka, Mahinda Ralapaksa, é o próximo a se pronunciar.

11h34 – Carlos Mauricio Funes Cartagena, presidente de El Salvador, discursa.

11h18 – O presidente do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhamedov, se dirige neste momento aos membros da Assembleia-Geral.

11h05 – Václav Kaus, presidente da República Tcheca, discursa neste momento na AG.

10h55 – Quem fala neste momento é o presidente do Iraque, Jalal Talabani.

10h16 – O presidente de Gana, John Evans Atta Mills, é o primeiro a discursar nesta sexta na Assembleia-Geral da ONU.

9h18 – Enquanto líderes mundiais esperam a volta da 66ª sessão da AG, confrontos são iniciados na Cisjordânia. Jovens palestinos atiram pedras contra soldados israelenses.

8h30 – A Assembleia-Geral da ONU voltará a se reunir às 10h00. Os primeiros a se pronunciar serão John Evnas Atta Mills (Gana), Jalal Talabani (Iraque), Václav Klaus (Repúbluca Tcheca), Gurbanguly Berdimuhamedov (Turcomenistão), Carlos Mauricio Funes Cartagena (El Salvador), Mahinda Rajapaksa (Sri Lanka), ISmael Omar Guelleh (Djibouti), Hifikepunye Pohamba (Namibia), Serzh Sargsyan (Armenia), Salva Kiir (Sudão do Sul), Mahmoud Abbas (Organização da Libertação da Palestina e Autoridade Palestina), Yoshihiko Noda (Japão), Lyonchoen Jigmi Yoezer Thniley (Butão), Benjamin Netanyahu (Israel) e Fredrik Reinfeldt (Suécia).

7h13 – Acompanhe a partir de agora os destaques dos discursos desta sexta-feira, 23, na 66ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. O destaque do dia é a fala do presidente palestino, Mahmud Abbas, que vai apresentar a proposta de que o Estado palestino seja reconhecido no Conselho de Segurança com direitos plenos. Abbas fala por volta de 12h35 no horário de Brasília. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, também fará discurso hoje.

Na quarta, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, abriu os trabalhos. Como é tradição desde a criação da ONU, a presidente Dilma Rousseff foi a primeira a falar, representando o Brasil. Leia, na íntegra, o discurso de Dilma. Leia destaques dos discursos de chefes de Estado e de Governo na quarta e na quinta. Veja abaixo fotos dos chefes de Estado e de Governo que falaram na quarta-feira. Logo abaixo, os líderes que falaram na quarta.

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* O horário dos posts está no fuso de Brasília